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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 6 de março de 2016

MIL-Notícias, Moçambique...

Seca na província moçambicana de Gaza deixa quase 80 mil em risco alimentar

Quase 80 mil pessoas estão em situação de insegurança alimentar devido à seca na província de Gaza, sul de Moçambique, e quase 12 mil hectares de produção agrícola estão perdidos só no distrito de Guijá, informaram fontes oficiais.

«A nossa maior atenção é a assistência alimentar às comunidades, principalmente nas províncias mais afetadas, como é o caso de Gaza», disse à Lusa o porta-voz do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), Paulo Tomás.
A seca que assola o centro e sul de Moçambique deixou, até ao momento, 223 mil pessoas em situação de insegurança alimentar em todo país.
Diário Digital / Lusa

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