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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Num Dia do Amanhã

A Política, a Economia e as Religiões que durante milhares e milhares de anos foram soberanas de nada valiam perante a nova realidade! Como poderia funcionar o sistema económico do Capitalismo? Como seria possível uma economia de mercado funcionar num espaço totalmente aberto em que a mente do Homem no que se referia ao seu funcionamento se denunciava perante os olhares inquisidores de outros homens? Os vigaristas; os oportunistas e os exploradores do trabalho humano ou ainda de forma mais grave – os especuladores financeiros já não poderiam ter lugar naquele novo mundo. Todos os sentimentos e pensamentos negativos seriam imediatamente denunciados perante a já esclarecida e espiritualizada opinião pública gerando situações altamente complicadas e confrangedoras. As pessoas antes de agirem teriam que ponderar previamente de forma séria os próprios atos de forma que não surtissem qualquer tipo de prejuízo ou sofrimento sobre o seu semelhante. A Humanidade estava perante um paradoxo e que paradoxo! É evidente que no início do Século XXI, as pessoas tinham como preocupação central, tal como o ilustre pensador e investigador – Alvim Tofller no seu magnífico livro “ A Terceira Vaga”, afirmava:

“Uma inflação obstinada atormenta todas as nações da “Terceira Vaga”, embora o desemprego continue a aumentar, contradizendo todas as nossas teorias. Ao mesmo tempo num desafio à lógica da oferta e da procura, milhões pedem não apenas emprego, mas trabalho que seja criativo, psicologicamente compensador ou socialmente responsável. As contradições económicas multiplicam-se”.

No início do Século XXI grandes desafios foram postos à Humanidade com o grande desenvolvimento tecnológico que veio a impor novas regras no que se relaciona nas áreas do trabalho e do relacionamento social no âmbito das regras ditadas pela concorrência e pela globalização e sendo assim já não eram as teorias e princípios preconizados por Marx e por outros pensadores, tais como: - Kant; Engels; Taylor poderia completar e solucionar os formidáveis desafios, nomeadamente ocorridos nas novas tecnologias e consequentemente nas regras ditadas pela Ciência nos seus diferentes ramos de atuação.

Entretanto, uma questão simples poderá ser levantada e esta situa-se em Portugal, onde um governo de maioria neoliberal, tem vindo sempre a persistir na sua afirmação política e económica de que os trabalhadores portugueses terão de rigorosamente de aumentar a sua capacidade de produção para que o país se venha a libertar de vez da grave crise que se tem vindo a abater de forma dramática sobre os portugueses! Na verdade tais afirmações feitas por governantes e políticos daquela mesma maioria é efetivamente uma maldosa e grosseira falácia! Por ser uma enganosa questão, fruto de uma intencionalidade que poderíamos mesmo classificar de criminosa, porque na verdade a falta de produção não se situa nos trabalhadores dependentes, mas sim nos seus dirigentes formadores das entidades chamadas patronais.

 É pois ao patronato que devem ser assacadas totais responsabilidades quando as firmas de que são donos ou dirigem vêm a falir, entrar em situação de falência, arrastando os seus trabalhadores e respetivas famílias para o desemprego e para a miséria! Além de ser uma questão preocupante e prenunciadora de incompetência e até corrupta em relação ao comportamento de algumas entidades patronais. Seriam, sim! Estes que deveriam de ser conduzidos ao “banco dos réus” com vista a serem julgados e receberam uma justa condenação pelos atos de gestão danosa por si produzidos ao não saberem orientarem de forma competente e honesta os seus negócios e consequentemente os respetivos trabalhadores ao não lhes darem a formação técnica e cívicas devidas aumentando-lhes assim a sua qualidade de vida, competência e profissionalismo e abdicando da obtenção do lucro por vias imorais e contrárias ao respeito pela vida, pelo trabalho e dignidade humana.

O planeta Terra é efetivamente uma escola onde espíritos, partículas da Inteligência Universal reencarnam em corpo físico para assim poderem dar início à sua longa aprendizagem e pela ordem natural da Evolução.

Jacinto Alves

Extraído do romance iniciático a publicar brevemente  da autoria do escritor e ensaísta Jacinto Alves, autor dos livros já publicados - "Operação: Quinto Império" (Editora Ecopy/Porto) e "Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império (Chiado Editora).

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