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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 15 de novembro de 2015

Diplomatas angolanos condecorados pelo Brasil

O ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Chikoti, e embaixador angolano no Brasil, Nélson Cosme, foram condecorados pelo Estado brasileiro com uma das principais ordens do país, informou hoje à Lusa fonte da diplomacia de Luanda.

A condecoração com a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul foi atribuída na sexta-feira, no âmbito da visita do governante angolano a Brasília, sendo justificada com os 40 anos da independência de Angola, que se assinalaram a 11 de novembro, e "pelo dinamismo da cooperação entre Angola e o Brasil", indicou a mesma fonte.
Angola assinou uma parceria estratégica com o Brasil, em 2010, país que, por sua vez, foi o primeiro a reconhecer a independência da antiga colónia portuguesa em África.
O ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chikoti, defendeu sexta-feira, em Brasília, que Brasil e Angola realizem "ações criativas" para continuar a aprofundar suas relações em tempos de crise económica, durante um evento em Brasília.
"Os países enfrentam hoje, por conta da conjuntura mundial, grandes desafios económicos e financeiros. (...) É nesse cenário que Angola e Brasil terão de projetar ações criativas para continuar a desenvolver as relações entre os países", afirmou Chikoti no seminário "40 Anos do Reconhecimento da Independência de Angola pelo Brasil".
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, também participou no seminário e, em seguida, os governantes tiveram uma reunião bilateral de trabalho.
"O reconhecimento do Brasil dignificou a luta armada do povo angolano e reacendeu a chama da esperança", disse Chikoti, realçando que o ato "livre e autónomo" da política externa brasileira demonstrou o seu apoio ao processo de descolonização de antigas colónias portuguesas.
O governante angolano realçou que, em alguns períodos, "a situação interna dos países gerou incertezas desnecessárias" em suas relações, e relembrou o aumento das trocas comerciais e o auxílio dado pelo Brasil para a reconstrução angolana nos anos 1990, e o aprofundamento das relações a partir dos anos 2000, "sustentado pela vontade política dos chefes de Estado".
O ministro brasileiro, no seu discurso, afirmou que os dois países estão unidos por "laços históricos e culturais", e relembrou a presença de cidadãos e empresários brasileiros em Angola, além da realização de projetos de cooperação em diferentes áreas, como a educação e a segurança.
O comércio bilateral entre os países cresceu mais de 80% entre 2006 e 2014, e alcançou no ano passado 2.370 milhões e dólares (2.205 milhões de euros).
O ministro Georges Chikoti seguirá na segunda-feira para os Estados Unidos, onde participará no "Angola Day", em Washington, evento subordinado também à celebração dos 40 anos da independência do país.
A independência de Angola foi proclamada a 11 de novembro de 1975 por António Agostinho Neto, líder do Movimento Popular de Libertação de Angola e o primeiro Presidente de Angola, após 14 anos de guerra contra o poder colonial português.
 
Diário Digital

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