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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 30 de maio de 2015

Carta Aberta a António Sampaio da Nóvoa

Num dos seus recentes comentários feitos na SIC o escritor e comentador Miguel de Sousa Tavares relativamente à candidatura à Presidência da República, apresentada pelo Professor António Sampaio da Nóvoa comentou que: - “Sampaio da Nóvoa por enquanto é uma névoa para mim”. Interessante comentário que de certa forma está contribuindo para o despertar da crença popular da lembrança do mito do regresso do Rei D. Sebastião para retomar o seu trono e salvar Portugal! Embora o Ilustre Candidato rejeite essa mesma crença popular, na verdade estão subsistindo “certos sinais” em que o nome de “Nóvoa” está sendo associado às palavras “vivo; viva e “névoa, neblina ou ainda nevoeiro! É igualmente interessante anotar de que o nome de “Nóvoa” está ligado a uma família originária do Reino da Galiza, cujo apelido foi tomado do Castelo de Nóboa!
Foi com muita satisfação que participámos no dia 25 de Maio de 2015 no Teatro Rivoli, na Cidade do Porto quando tivemos acesso ao conhecimento da importante, coerente e objetiva "Carta de Princípios" apresentada pelo Senhor Professor António Sampaio da Nóvoa, candidato à Presidência da República Portuguesa. Pensamos que nessa mesma Carta de Princípios” estão contidos importantes factores de mobilização do Povo Português!
Quando o Senhor Professor António Sampaio da Nóvoa se referiu na sua "Carta de Princípios " e que nos disse: - "Apoiarei todas as mudanças que façam de nós um país mais moderno e mais justo …”
Afirmação excelente e esclarecida que não têm qualquer enquadramento nas atuais e cansadas ideologias sejam elas de esquerda ou de direita ortodoxas. Algo de novo terá de surgir que venha a influir construtivamente na vida dos diferentes povos e muito especialmente no caso português, conclusão lógica que surgirá no pensamento de todos os bons cidadãos portugueses!
Quando afirmamos que se torna necessário " Revolucionar a Revolução de Abril" torna-se óbvio que a Revolução de Abril terá de ser ultrapassada na sua própria essência e nos objetivos para o qual foi criada! E nada disso poderá passar pelas correntes ideológicas ortodoxas vigentes em Portugal e daí a necessidade urgente de “mudança” tal como preconiza Sampaio da Nóvoa fundamentada em ideias inovadoras para Portugal!
A primeira grande questão que se põe de imediato é que o ser humano desconhece-se como ser vivo - a sua origem; a razão da sua vivência e da curta passagem pela Terra e da finalidade que preside a essa mesma existência física, ignorando que o Universo é basicamente formado por duas componentes - Força e Matéria, à primeira assiste-lhe as leis da transformação e à segunda as leis da evolução que dá consistência ao desenvolvimento da vida inteligente e numa fase mais avançada ao desenvolvimento da identidade humana na sua componente dita espiritual.
Na já referida sessão de apresentação da “Carta de Princípios” feita pelo Senhor Professor António Sampaio da Nóvoa tivemos a oportunidade de lhe oferecer um exemplar do nosso "Documento Básico" que contém os princípios que fundamentam a Doutrina da Cidadania Social - ou por via simbólica a designação de A Doutrina do Quinto Império para o Século XXI, cujo texto e desenvolvimento estão contidos no livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspetiva Social publicado pela Chiado Editora no qual avançámos com a sugestão de ser criado o MCPC - Movimento Cívico Português para a Cooperação, tendo como objetivo inicial o apoio programado destinado aos mais de 400.000 portugueses desempregados de longa duração, para os quais sabemos perfeitamente de que em Portugal não têm qualquer tipo de futuro ou de esperança porque são considerados novos para serem reformados e demasiadamente velhos para lhes serem dados  empregos condignos!!
O que os espera? A miséria ou a emigração! O Senhor Professor Sampaio da Nóvoa mostrou preocupação com as vastas regiões do nosso país que estão a ficar desérticas em termos humanos. Triste realidade! Portugal poderá vir a ter uma experiência inovadora que poderá ser feita na base do "COOPERATIVISMO" que poderá compreender um vasto " PROJETO", numa primeira fase extensivo a importantes setores da população portuguesa por nós já citados e depois demonstrada a sua viabilidade estendê-lo aos novos países de expressão lusófona, dando-se assim uma nova dimensão à Lusofonia ao estendermos a nossa cooperação àqueles mesmos Povos, na sua maioria ainda "em vias de desenvolvimento" e que estão presentemente tendo  grandes carências de ordem social, económica e tecnológica.
Naturalmente este mesmo Projeto seria extensível igualmente a outros povos não de expressão lusófona que viessem a solicitar a cooperação de Portugal, o que poderia representar para os Portugueses uma nova missão no mundo!
Sem dúvida que o chamado "setor Cooperativo e Social" contido na Constituição da República Portuguesa deveria de ser revisto e dinamizado!
O Professor Sampaio da Nóvoa quando afirma na sua "Carta de Princípios" o seguinte:-
"Darei corpo a um novo patriotismo, aberto e democrático, que traduza o orgulho dos portugueses na sua terra e seja fiel ao universalismo cosmopolita que representa o melhor da nossa história e da nossa cultura".
Como já tivemos a ocasião de abordar o sector cooperativo presente na Constituição da República Portuguesa, deverá aquele vir a ocupar uma importante área nas atividades gerais da vida portuguesa.
Temos de tomar medidas audaciosas e estas fazem-nos lembrar a "saga" de ISRAEL quando da formação do seu próprio estado moderno! Grandes áreas do interior de Portugal estão a ficar desertificadas porque não criar condições para que esses mesmos milhares de portugueses mudem para essas mesmas áreas desertificadas? E ali serem criadas as condições para que sejam reunidas diferentes atividades sociais, científicas, industriais e económicas sempre numa perspetiva cooperativista?
 Será que perante este novo e inovador projeto a própria União Europeia viria a dar o seu apoio principalmente financeiro? E como temos tido um bom relacionamento com ISRAEL e que devido à sua grande experiência histórica poderíamos solicitar o seu apoio e cooperação na concretização de tão interessante e desejável projeto!
Sentimo-nos verdadeiramente surpreendidos com o facto de o atual governo PSD/CDS (com exceção do Presidente da República) nunca ter feito uma abordagem pública séria sobre a "Grande Questão do Mar Português" materializada na "Plataforma Continental Portuguesa"! 
Temos vindo a ler o trabalho de Tiago Pitta e Cunha, no seu livro - Portugal e o Mar e do não menos importante trabalho de investigação do Capitão Tenente Jaime Carlos do Vale Ferreira da Silva, denominado: - Cadernos Navais nº. 43 - 2012 " A Plataforma Continental Portuguesa". Ambos os trabalhos compreendem o enorme esforço de Portugal pelo menos até 2009, 2010 para regressar ao "Seu Destino Atlântico"!
Eis, pois a razão da nossa “Carta Aberta” ao futuro Presidente da República Portuguesa e aqui fica o nosso apelo para que o nosso futuro Presidente venha a chamar a si um novo e patriótico projeto que mobilize o Povo Português para a conquista de uma nova esperança no seu futuro como uma nação livre, soberana, feliz e desenvolvida!
Relembramos aqui o nosso saudoso filósofo que foi Agostinho da Silva que se considerava um "Defensor do Quinto Império"
Quando da apresentação da sua candidatura à Presidência da República o Senhor Professor Sampaio da Nóvoa referiu-se de forma clara e objetiva sobre a realidade portuguesa de que nós Portugueses não só somos  europeus, (mas igualmente "atlânticos” diremos nós) e que a nossa realidade se estende por todo o "espaço lusófono compreendido pela Língua Portuguesa e pela nossa História"
E aí temos uma nova versão do Mito do Quinto Império para o Século XXI e que em sua consonância convém ressaltar a importância atual da "Plataforma Continental Portuguesa" evitando-se a todo o custo que a mesma se venha a transformar num segundo “mapa-cor-de-rosa”!
Temos necessidade de "restaurar o espírito da nossa Histórica Ordem de Cristo" materializada num "movimento cívico" onde os respetivos militantes se sintam como "soldados" na defesa do futuro da Pátria Portuguesa consubstanciado num grande projeto para o desenvolvimento presente e futuro de Portugal. De facto toda a conversa que envolve o "pseudo europeísmo" e a chamada globalização mundial" na verdade apenas está servindo os interesses mesquinhos de alguns indivíduos situados dentro ou fora do país na prossecução dos seus projetos individualistas e de grupo de domínio e exploração das riquezas e recursos das nações mais fracas e deles dependentes!
 
Jacinto Alves, escritor e ensaísta

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