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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 26 de abril de 2015

Esperada prorrogação da prisão preventiva de ativistas detidos em Cabinda

Esperada prorrogação da prisão preventiva de ativistas detidos em Cabinda

Os dois ativistas detidos desde março, no enclave angolano de Cabinda, ainda não foram ouvidos em tribunal e deverão ver a prisão preventiva prorrogada, disse hoje à agência Lusa outro defensor local dos direitos humanos.
 
A informação foi prestada pelo ativista Raul Tati, pouco depois de visitar José Mavungo e Arão Tempo no estabelecimento prisional de Cabinda, onde se encontram detidos, preventivamente, desde 14 de março, dia em que estava prevista, naquela província, uma manifestação em defesa dos direitos humanos.
"Tudo indica que a prisão preventiva será prorrogada, mas só na segunda-feira saberemos, pelo despacho do procurador. Só nos dizem que o processo está na procuradoria, mas têm de dizer alguma coisa, porque o prazo acaba no domingo e eles ainda nem foram ouvidos, nem sabem de que estão acusados, além de coisas vagas", disse Raul Tati.
José Marcos Mavungo, de 52 anos, ativista dos direitos humanos, e Arão Bula Tempo, de 56 anos, advogado e presidente do Conselho Provincial de Cabinda da Ordem dos Advogados de Angola, estão indiciados, mas ainda sem acusação formal, por alegados crimes contra a segurança do Estado.
No dia em que foram detidos, estava prevista uma marcha de protesto contra a má governação de Cabinda e a violação dos direitos humanos na província - que acabou por não se realizar -, na organização da qual estariam envolvidos.
"Hoje saí da cadeia, muito preocupado. Eles estão muito em baixo, desmoralizados e desanimados, porque o tempo vai passando e continuam detidos, sem saberem porquê, ninguém define em que ponto está o processo. É tudo muito vago, mas oxalá que os ponham em liberdade na segunda-feira", disse Raul Tati.
Os dois homens já tiveram de ser assistidos num hospital local, por complicações de saúde, mas regressaram entretanto ao estabelecimento prisional, enquanto aguardam o desfecho da investigação em curso.
"Estão muito magros, pálidos, com muitos problemas. Sofrem tortura psicológica e as limitações que enfrentam são cada vez maiores. É preocupante", rematou aquele ativista dos direitos humanos, antigo sacerdote de Cabinda.
Diário Digital com Lusa

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