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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Organização ambiental denuncia agravamento da desflorestação em Moçambique



A organização moçambicana Justiça Ambiental (JA) considerou hoje que a desflorestação em Moçambique continua a agravar-se, apontando a exploração ilegal de madeira, as queimadas descontroladas, a falta de fiscalização e a corrupção como principais causas.

«A exploração ilegal de madeira permanece na sua maioria impune, a corrupção é generalizada, a fiscalização é insuficiente e ineficiente e terá de passar por uma análise integrada e discussões sérias e inclusivas a vários níveis», destaca a JA, no relatório Análise do Sistema de Exploração dos Recursos Florestais em Moçambique, enviado hoje à Lusa.
De acordo com dados oficiais da Direção Nacional de Terras e Florestas do Ministério da Agricultura, citados no relatório, a desflorestação anual em Moçambique está acima dos 219 mil hectares, num país que possui uma área florestal de cerca de 40,6 milhões de hectares.
Diário Digital / Lusa

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