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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 7 de junho de 2014

Brasil vai reformar sistema educativo e investir 10% do PIB na educação

Brasil vai reformar sistema educativo e investir 10% do PIB na educação

A Câmara de Deputados do Brasil aprovou terça-feira um plano que estabelece meta e estratégias para o setor educativo nos próximos 10 anos, entre elas a previsão de investir em educação o equivalente a 10% do PIB até ao final da década.

Após a aprovação do Senado e da Câmara de Deputados, o texto deverá ser agora sancionado pela Presidente brasileira, Dilma Rousseff.
O Plano Nacional de Educação, aprovado por 268 votos a favor e 118 contra, prevê que o investimento em educação aumente gradualmente até 2024, alcançando o equivalente a 10% do PIB anual, o que traduz quase o dobro do investimento atual, calculado em 5,3%.
Diário Digital / Lusa

2 comentários:

Paulo Pereira disse...

A situação da educação do Brasil é muito triste. Tenho três filhos no ensino público.

Há regiões em que a falta de recursos é o problema, mas o principal problema é o sistema pedagógico mal estruturado e baseado num fundamentalismo pedagógico horrível. Vai ser difícil corrigir um montão de vícios e manias... Eu tive de ensinar a minha filha a ler (em 4 dias, já não aguentava mais) senão ela nunca mais aprendia...

João Paulo disse...

Foi muito trabalhoso conseguir que o Governo Federal e o Congresso Nacional concordassem em mudar o sistema escolar brasileiro. Porque para a oligarquia brasileira, pessoas capazes de refletir, de formar opinião própria, de ter senso crítico, são grande ameaça. Só que o "feitiço se voltou contra o feiticeiro" e a elite econômica está enfrentando o problema da falta de mão de obra especializada, que ameaça o sucesso econômico e financeiro do Brasil. Além da falta de mão de obra especializada, tem também o problema da baixa produtividade do trabalhador brasileiro médio. Ou seja, a oligarquia cometeu um erro catastrófico achando que ia se dar muito bem mantendo as massas na pobreza e muitos na miséria. Agora querem correr atrás do prejuízo que eles mesmos causaram. Por falta de educação escolar e também familiar adequadas, a criminalidade cresceu muito no Brasil a ponto do Poder Público já não conseguir controlar a situação. O pior mal que a classe política brasileira causou ao povo brasileiro foi sucatear a educação escolar e não se ater à negligência dos pais e das mães na educação familiar em muitas famílias brasileiras. Vocês Portugueses, Angolanos, Moçambicanos, Guineenses, Cabo-Verdianos, São-Tomenses, Timorenses, Macauenses, Galegos, Goenses e outros talvez não fazem ideia do quanto a classe política do Brasil maltrata o povo brasileiro, o quanto o brasileiro comum sofre nas mãos da oligarquia.