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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Sobre o maldito conceito de "proteccionismo"


7 comentários:

vitorino morgado disse...

Defender o "Justo Meio" é defender as Leis constituídas às quais todos deveremos obdecer se são injustas devemos lutar contra elas combatê-las e reformá-las e isto só poderá ser feito através de Ações politicas junto aos representantes do povo.
Pelo que noto, todos os blocos economicos existentes e aí se inclui a União Europeía, trazem em seu bojo o objetivo em interesses para seus aliados.

VIRGÍLIO CARVALHO disse...

Concordo plenamente. Um certo «proteccionismo», como «Justo meio», proteger-nos-ia do avassalador «globalismo» em que vivemos e de certas pretensões hegemónicas de certos países do norte da Europa.

Rui de Carvalho disse...

Um assunto muito interessante e um modo muito próprio de colocar uma questão em cuja abordagem comum sobeja a hipocrisia, como sugere o autor.
Não sei muito bem o que seja o "justo meio" nem como se praticaria, mas sei o que seria o resultado de uma "justa consciência" do que sejam os interesses de todos nós se conseguíssemos tê-la. Mas, infelizmente, não temos.

João Paulo disse...

Eu acredito que a economia dum país não pode ser tratada de forma extremista, "8 ou 80", o melhor caminho é o do meio-termo, o da moderação. Nem só de liberalismo e nem só de proteccionismo. Como exemplo,o caso do Brasil(meu país). O transporte público brasileiro é muito ruim por falta de livre-concorrência. Se os governos municipais no Brasil deixassem as empresas de transporte concorrerem livremente, elas não só colocariam mais autocarros como colocariam melhores. Já a indústria bélica, fabricar armas e veículos militares devia ser exclusividade do Estado, porque o sector privado vai deixar de lado a ética em nome do lucro. E há situações em que o capital nacional deve ser protegido. O caso da União Europeia, a verdade é que a concorrência comercial entre países é desleal. A Grécia e a Irlanda, por exemplo, não têm condições de concorrer com a Alemanha, França ou Inglaterra, a disparidade entre as economias desses países é enorme. É claro que tem que haver protecionismo.

Pedro Malheiro disse...

Vemos amiúde as grandes potencias globais defenderem o comercio livre e o liberalismo económico, porque elas têm capacidade e interesse em entrarem nos diferentes países à escala planetária. Contudo, têm de forma clara ou dissimulada, várias barreiras à entrada de concorrentes no seu território, sobretudo aqueles que ousam disputar o espaço dos seus clusters industriais estratégicos. Já o Michael E. Porter explicava bem isso na "Vantagem Competitiva das Nações". Curioso é que há 15 anos veio cá e indentificou que industrias deveriamos cuidar e proteger. Passados estes anos todos, a crise obrigou-nos a tratar delas para sobreviver. Veja-se o sucesso das industrias das exportações do calçado, texteis e confecções e mais recentemente a afirmação dos vinhos Portugueses.

Maria Afonso Sancho disse...

Tendencias suicidas?
;)

Mário João disse...

O atributo "maldito" parece-me um pouco exagerado, mas se o propósito era chamar a atenção foi plenamente conseguido no meu caso.
Ao ler o artigo já estava a pensar na Espanha quando o texto me trouxe essa boa referência. Em minha opinião tudo resulta de uma profunda ignorância que é usada e abusada em prol de interesses neo-liberais que mais não são do que uma expressão moderna da luta de classes encapotada. É óbvio que se não forem o próprios a defender os seus interesses mais ninguém o fará!
Mário Russo