*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
BLOGUE DO MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 24 de novembro de 2013

A lição irlandesa

A Irlanda livrou-se enfim da Troika, dispensando inclusive qualquer “Programa Cautelar”. Para além das razões menores – o Ministro das Finanças irlandês, Michael Noonan, chegou a dizer que “as eventuais condições nem chegaram a ser conhecidas e o país poderia ficar refém dos problemas políticos de outras nações” –, há uma razão maior que não tem sido, a nosso ver, devidamente salientada. 
Em síntese: as ligações económicas da Irlanda excedem em muito o estrito e estreito espaço europeu. Por razões histórico-culturais, a Irlanda tem relações privilegiadas com os restantes países do espaço anglófono, desde logo com os Estados Unidos da América. E é sobretudo por isso que a Irlanda se conseguiu libertar da tutela da Troika. O que deveria servir para nós de lição, assim soubéssemos investir na relação com o espaço lusófono.

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