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MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia


Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de uma centena de milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por mais de meia centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia. Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.
SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

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Desde 2008"a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva

terça-feira, 14 de maio de 2013

Cabo Verde espera o apoio da CPLP na candidatura da Morna a Património da UNESCO

A embaixadora de Cabo Verde em Lisboa, Madalena Neves, disse hoje contar com "todos os países da CPLP" no apoio à candidatura da Morna a Património Imaterial da UNESCO.
A diplomata falava à margem da assinatura do "Livro de Honra de Apoio à Candidatura", durante a abertura do da segunda edição do Festival Jovem da Lusofonia, organizada pela Associação "IUNA + Lusofonia", que decorre na cidade de Aveiro até ao próximo dia 26.
"A Lusofonia é a nossa casa e esperamos poder fazer esta caminhada em conjunto com todos os países da CPLP. Contamos também com todas as comunidades cabo-verdianas espalhadas pelo Mundo, que são os embaixadores de Cabo verde onde se encontram, e vão ter um papel importante na divulgação e mobilização de apoios", disse à Lusa.
Madalena Neves antevê que a candidatura não vai ser fácil, mas mostrou-se confiante de que contará com os "amigos de Cabo Verde" e os apreciadores daquela música: iremos trabalhar com todos que apreciam a Morna e que acompanharam os nossos artistas, particularmente a Cesária Évora, que esteve em todo o Mundo a honrar a nossa música".
Para a representante de Cabo Verde em Portugal, a candidatura celebra a Cultura, a História e a vivência das comunidades de Cabo Verde no Mundo, sendo também uma forma de partilhar o que de melhor os caboverdeanos têm.
"Queremos que seja um processo partilhado e daí a inclusão deste momento neste Festival da Lusofonia, que marca também a construção da CPLP", justificou.
Humberto Lima, presidente da comissão científica da candidatura e do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, salientou que "a Morna é uma manifestação cultural transversal a todo o caboverdeano, não só internamente" como fora do país.
"A Morna começa a ganhar dimensões internacionais quando a vemos ser cantada por um alemão ou uma japonesa e daí o Ministério da Cultura, aproveitando o empenho de todo o povo ter proposto a candidatura da Morna a património da Humanidade", disse.
Humberto Lima explicou que foram constituídas duas equipas para servirem de base à candidatura à UNESCO: a comissão de honra e a comissão científica a que preside.
"Antes disso tivemos de classificar a Morna como património nacional, tendo em conta que é uma das manifestações culturais que é transversal a todo o caboverdeano. Vamos primeiro fazer trabalho de investigação e de recolha do máximo de informações, apresentar todas as manifestações culturais que temos, relacionadas com a Morna e tentar levar a Morna a outros públicos, como às universidades e às escolas", disse.
Outra vertente do projeto é fazer uma ampla divulgação da Morna com concertos e valorizar os festivais de Morna que já se realizam em São Nicolau, na Boavista e na Brava, descreveu.
Integradas na segunda edição do Festival Jovem da Lusofonia foram inauguradas hoje as exposições "Um Olhar Sobre os Artistas Lusófonos", "FADO" e "UCCLA - Lusofonia em Desenvolvimento".

@SAPO Timor-Leste

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