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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Timor-Leste pode ser "grande destino turístico" na Ásia


O proprietário do primeiro campo de golfe em Timor-Leste desafiou hoje empresários estrangeiros a investir no país, que considera ter condições para ser "um grande destino turístico do continente asiático".


"Acredito que Timor mudou. Desejo que as pessoas comecem a pensar que isto já não é um país em guerra. Sim, tivemos os nossos problemas no princípio, mas somos independentes, temos as nossas forças armadas e Timor mudou, não tenham dúvidas", afirmou à agência Lusa Ade Giuliano, empresário indonésio de origem italiana.

"É muito raro encontrar a mistura de montanha e praia e Timor-Leste tem, por isso, vamos desenvolver, não se pode ter medo, já não há guerra, somos pacíficos e a missão da ONU acabou, o que é um sinal de paz e estabilidade", sublinhou o empresário.

Sobre a sua área de investimento, defendeu que, apesar de lhe chamarem "maluco", é preciso dar a Timor-Leste aquilo que o país não tem.

"As pessoas dizem-me que sou maluco, mas penso que é uma questão de paciência. Se é uma coisa que Timor-Leste não tem, temos de a criar e não ter medo daquilo que as pessoas dizem", disse.

Segundo o empresário, que é casado com uma timorense e vive no país há 15 anos, o golfe é um desporto praticado em todo o mundo e Timor-Leste também deve disponibilizar a prática não só aos estrangeiros, mas também aos timorenses.

Ainda sem clientes, o campo, que começou a funcionar na terça-feira, na zona de Tasi Tolu, a cerca de cinco quilómetros a leste do centro de Díli, está inserido no complexo desportivo Terra Santa e inclui um restaurante.

"Somos mais especializados na prática do golfe. De momento construímos o 'driving range' (campo para a prática de golfe), mas no futuro vamos fazer um campo com nove buracos e também uma piscina, um ginásio e um 'health club'", disse hoje à agência Lusa Ade Giuliano.

Quem quiser praticar golfe terá de gastar cerca de 15 dólares (11 euros) por hora, com professor incluído. O ordenado mínimo em Timor-Leste é de 115 dólares (85 euros).

Durante o mês de fevereiro, todas as pessoas estão convidadas a experimentar gratuitamente aquele desporto, desconhecido da maioria dos timorenses.

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