*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Declaração MIL sobre a venda da EDP à “China Three Gorges”

Sabendo que Portugal, sem escamotear a questão dos direitos humanos, deve manter relações diplomáticas com a China, desde logo por causa da Região de Macau – parte integrante e inalienável do espaço lusófono, independentemente dos estatutos políticos –, o MIL não pode aprovar a venda da quota detida pelo Estado Português na EDP à candidata chinesa, a empresa “China Three Gorges”, quando havia duas candidatas brasileiras, as empresas “Eletrobas” e “Cemig”.

Não questionamos que a proposta chinesa fosse financeiramente mais vantajosa no imediato. Simplesmente, os Governos devem reger-se por desígnios estratégicos. Ora, neste caso, consideramos que, estrategicamente, seria preferível que uma das candidaturas brasileiras tivesse saído vencedora. Recordamos que o MIL tem defendido que, em relação às privatizações em curso, o Governo Português deve procurar que as empresas a vender sejam adquiridas, sempre que tal for possível, por outras empresas lusófonas.

MIL: Movimento Internacional Lusófono

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