*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Declaração MIL sobre a última Cimeira Europeia

Passada mais uma Cimeira Europeia, na qual apenas a Grã-Bretanha fez frente à consagração da hegemonia alemã sobre toda a União Europeia, o MIL declara:

- Como sempre previmos, a hegemonia alemã sobre a União Europeia é inevitável e acentuar-se-á ainda mais no futuro. Ao contrário do que pretendem muitas vozes em Portugal, a Alemanha, como mais uma vez ficou evidente, não irá mudar de atitude.

- A “fuga para a frente” que muitas vezes em Portugal e por essa Europa fora reclamam, defendendo uma solução federalista para a União Europeia, apenas iria acentuar essa hegemonia alemã sobre toda a União Europeia, sendo por isso uma hipótese a recusar em absoluto.

- Tendo-se percebido há muito que a solução para a crise financeira que nos assola nunca será “A Alemanha que pague!”, resta a Portugal inverter o catastrófico caminho que seguiu nestas últimas décadas, procurando refazer, gradualmente, o tecido produtivo que, em nome da integração europeia, aceitou destruir, visando promover uma economia o mais auto-sustentável que nos for possível.

- Cumulativamente, Portugal deve reforçar os laços com todos os países e regiões do espaço da lusofonia – no plano cultural, mas também social, económico e político. Economicamente, e atendendo às privatizações em curso, o Governo Português deve procurar que as empresas a vender sejam adquiridas, sempre que tal for possível, por outras empresas lusófonas.

As Uniões Políticas só podem sustentar-se em comunidades histórico-culturais, mais ainda, em comunidades de afecto – porque só nestas há real solidariedade. Por isso, a União Europeia nunca foi nem nunca será uma real União Política. Por isso, a dita “solidariedade europeia” sempre foi um logro.

Se Portugal quiser, no futuro, integrar uma real União Política, essa União só poderá ser a União Lusófona, tal como o MIL sempre defendeu.

MIL: Movimento Internacional Lusófono

www.movimentolusofono.org


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