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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Governo constrói primeiro centro de hemodiálise

Cabo Verde vai ter dentro de um ano o seu primeiro Centro de Hemodiálise para atender doentes afetados por insuficiência renal crónica, que até agora devem ser evacuados para o exterior do país para tratamento, soube a PANA na Praia de fonte oficial.

O primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, vai proceder esta sexta-feira ao lançamento oficial da obra para a construção do Centro de Hemodiálise no Hospital Agostinho Neto, a principal unidade de saúde do arquipélago.

O Governo considera que a implantação do serviço de hemodiálise em Cabo Verde é uma das suas prioridades, uma vez que vai evitar ou diminuir significativamente as evacuações, sobretudo para Portugal, “com todas as consequências, económicas e familiares, penosas que isso acarreta para um doente de insuficiência renal”.

Os gastos com a deslocação dos doentes estão estimados em cerca de 200 milhões de escudos cabo-verdianos (cerca de 1,8 milhão de euros) por ano.

Estas despesas resultam quase que em exclusivo da compra de bilhetes de passagem para a evacuação e a estada dos doentes em Portugal, uma vez que a assistência médico-medicamentosa e o internamento dos pacientes são assegurados pelo Estado
português, ao abrigo da cooperação com Cabo Verde.

Com a criação do Centro de Hemodiálise na Praia, para além de se reduzir as despesas com o tratamento, o serviço evitará também que os doentes fiquem separados dos seus familiares, uma vez que eles são obrigados a residir em Portugal durante o tratamento, caso não tiverem a sorte de serem submetidos a um transplante renal.

Só em Portugal, estão em tratamento de hemodiálise cerca de uma centena de doentes, a que se juntam também outros se deslocaram a países como os Estados Unidos da América para o efeito.

No Orçamento Geral deste ano (2011), está inscrito o montante de 151 mil 044 milhões e 755 cabo-verdianos (cerca de 13,8 milhões de euros) para a construção, a compra dos equipamentos e a formação do pessoal que vai trabalhar no Centro de Hemodiálise da Praia. Deste montante, 54% advem de um donativo da Cooperação Portuguesa e 46% é dispendido do Tesouro Nacional.

O Centro, que vai ser construído pela empresa cabo-verdiana Loide Engenharia em parceria com a Engmais, empresa portuguesa com experiência em construção de estabelecimento hospitalares, é uma estrutura de três pisos, com caraterísticas especiais para armazenamento de água, uma vez que a cidade da Praia enfrenta ainda muitas dificuldades no abastecimento do precioso líquido, um elemento que não pode faltar neste serviço.

Cabo Verde dispõe, desde 26 de fevereiro do ano passado, de dois aparelhos para atender casos urgentes de doentes que precisam de se submeter a hemodiálise, enquanto aguardam a sua evacuação para fora do país.

Os dois aparelhos estão instalados na Praia e na ilha de São Vicente, mas eles estão longe de ser a solução para este grave problema de saúde em Cabo Verde.

Fonte: Notícias Lusófonas

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