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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

MIL-Notícias, Moçambique...

Governo moçambicano e Renamo ainda sem acordo sobre cessar-fogo      

As delegações do Governo moçambicano e da Renamo nas negociações de paz em Moçambique continuam a divergir sobre os termos de um cessar-fogo e a ida dos mediadores à Gorongosa para falar com o líder da oposição.

Segundo um comunicado conjunto lido hoje à noite, no fim de uma reunião da comissão mista, em Maputo, a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) aceita uma trégua temporária para facilitar a deslocação dos mediadores internacionais à Gorongosa, mas coloca como condição o afastamento das Forças de Defesa e Segurança da região, onde presumivelmente se encontra o presidente do partido, Afonso Dhlakama.
No mesmo documento, lido por Mario Raffaelli, mediador da União Europeia, a delegação do Governo moçambicano considera que as Forças de Defesa e Segurança «cumprem em todo território uma missão de Estado constitucionalmente consagrada» e argumenta que «é a suspensão imediata das hostilidades militares que vai garantir a segurança do corredor» a estabelecer para a viagem dos mediadores.
Diário Digital / Lusa

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