*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
BLOGUE DO MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Do pa(n)lermismo - um novo conceito político...

Jornal Público, 7 de Maio de 2016, p. 49

1 comentário:

Artur Manso disse...

Olá Renato
muito bem.
O ridículo supera cada vez mais o razoável.
É do senso comum que os animais não são pessoas e que as pessoas devem respeitar os animais, sem as pessoas se transformarem em animais e os animais devirem pessoas. Recorrendo á sabedoria popular, a mais sábia para estas questões, "cada macaco no seu galho".
quanto aos géneros, basta ouvir as crianças de muita tenra idade para perceber a naturalidade da mesma. há pouco tempo uma criança de 3/4 anos referiu-se assim "este é o meu padrinho e aquela a minha padrinha (sabendo todos que esta não é a designação oficial) e há poucos dias outra de idade parecida, depois de identificar a avó como Gena, sem saber o nome do avõ, designou-o automaticamente de Geno.
Bom, bom, era que as pessoas já crescidas e infelizmente com poder de legislar, vissem o óbvio e se deixassem de palermices. mas se calhar não alcançam mais que estes míseros considerandos que nada têm que ver com a realidade, o bom senso e até a ciência, mas pelo menos o conhecimento.
Antes de opinar vão aprender com os analfabetos e as crianças, como aconselhava Agostinho da Silva.

ab
Artur