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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 13 de junho de 2015

UMA IDEOLOGIA LUSÓFONA PARA PORTUGAL

Sendo do nosso conhecimento de que tanto em Portugal como no próprio Brasil, nunca foi feita até ao presente qualquer tipo de análise ou estudo sobre as implicações práticas e diretas que o Racionalismo Cristão poderá vir a originar numa perspectiva sociológica, económica e política! De facto a doutrina da Cidadania Social, uma doutrina verdadeiramente lusófona é uma das consequências teóricas das eventuais implicações no campo político/económico gerando um novo tipo de sociedade que abdicando de todos os tipos de correntes ideológicas, tais como o comunismo; a social-democracia; a democracia-cristã e finalmente o socialismo democrático e de rosto humano ou ainda o liberalismo ou o neoliberalismo, verificando-se que em quaisquer destas ideologias já exaustivamente praticadas ao longo do tempo, onde o conceito duplo do Capital/Trabalho, sempre foi predominante, admitindo sempre a prática do “lucro” e frequentemente acompanhado por um capitalismo egoísta, insensível e até desumano, mascarando-se sempre habilmente sob a capa de um estado social, mas nunca abdicando na obtenção do lucro à custa dos mais fracos e dos mais dependentes nos diferentes tipos da sociedades humanas, exaurindo e degradando os próprios recursos do Planeta! Temos de concluir que feitas as contas finais, o Capitalismo no Século XXI, tem sido na verdade um verdadeiro flagelo para a maior parte da Humanidade, gerando para uma minoria de seres humanos progresso e bem-estar materiais, enquanto a maior percentagem dessa mesma Humanidade vem-se arrastando no sofrimento, na miséria e no retardamento da sua evolução material e espiritual. É chegada a hora, a mesma hora a que se refere Fernando Pessoa, no seu Poema – Mensagem, para que a Humanidade desperte para a realidade da vida e que venha a compreender a razão da sua própria existência! Numa perspectiva espiritualista e histórica achámos por bem chamar ao Racionalismo Cristão – a Doutrina do Quinto Império, aquela mesma doutrina sonhada por Luís de Camões; Padre António Vieira; Fernando Pessoa ou Agostinho da Silva e tantos outros ilustres portugueses que se bateram pelo engrandecimento de Portugal! Na abordagem política e sociológica feita ao Racionalismo Cristão, podemos retirar importantes ilações, fazendo projeções sobre as implicações que uma tal doutrina de âmbito espiritualista e espiritista poderá vir a gerar e os resultados refletem-se no desenvolvimento de uma ideologia de inspiração cooperativista, tendo como pilares de sustentação princípios espiritualistas; científicos; económicos e políticos – a essa nova doutrina, tem como sua principal fonte inspiradora a doutrina do Racionalismo Cristão a que agora no Século XXI, achámos por bem chamar de Doutrina da Cidadania Social! A Doutrina da Cidadania Social, poderá dar origem a um novo tipo de sociedade, onde factores ligados ao lucro; à propriedade privada e a diferentes circunstâncias associadas aos mesmos irão sofrer profundas alterações e não vão ser as ideologias já por nós apontadas que irão ter qualquer tipo de expressão nessa nova sociedade do futuro, onde a democracia participativa terá um peso determinante e expressivo; onde as gerações mais idosas virão a ter uma importância fundamental para o desenvolvimento espiritual e material das novas comunidades sociais do Século XXI! Naturalmente que essa mesma sociedade do futuro gerado por uma ideologia como a Cidadania Social, vai continuar a respeitar e acima de tudo o livre-arbítrio de cada cidadão que plenamente consciente dos seus direitos e deveres será sempre uma peça nuclear para que na nova sociedade do Século XXI, estejam presentes os mais elevados desígnios da condição humana, onde o cidadão plenamente esclarecido da sua realidade espiritual irá procurar no mundo material as condições necessárias para que todos em conjunto possam desenvolver uma atividade totalmente virada para o enriquecimento material e espiritual individual e coletivo absolutamente centrado nas leis da Evolução Universal! Nessas mesmas e novas sociedades serão estas estruturadas na base de um modelo social inédito, repartindo-se por cidadãos infantes; cidadãos estudantes; cidadãos obreiros e finalmente por cidadãos conselheiros, sendo estes últimos precisamente as gerações mais idosas! A livre iniciativa, as capacidades criativas de cada cidadão serão efetivamente incrementadas ao seu mais elevado nível, pois cada cidadão individual e colectivamente será beneficiado de um estatuto social digno e justo, onde as preocupações de sobrevivência económica e bem-estar social estarão sempre abrangidas e contempladas por um sistema de economia autossustentável tendo por base a Sobriedade; a Solidariedade e a Espiritualidade já não dependente das ultrapassadas ideologias económicas de um passado repleto de miséria, atraso e sofrimento humano, estamo-nos efetivamente referindo a todas as ideologias ligadas ao marxismo e ao capitalismo! Felizmente, agora nos inícios do Século XXI, a Ciência está atingindo etapas extraordinárias do conhecimento humano sobre as origens e natureza do Universo que nos envolve e que se projeta para além de nós! A Ciência aliada ao conhecimento e à espiritualidade humanas, vai-nos ser permitido abarcar novas e inéditas situações geradoras de progresso, bem estar e felicidade para todos os seres humanos Em Portugal e historicamente o povo português tem vindo a passar ao longo do tempo por diferentes experiências sociais, económicas e políticas, localizadas precisamente nos sectores público e privado contemplados na Constituição da República Portuguesa, portanto, chegou a hora de Portugal passar por uma mudança de regime político e constitucional, abdicando de vez com velhas ideologias que na verdade só têm trazido fracasso e incompetência bem espelhados num número significativo de políticos portugueses, tanto num passado recente (pós-25 de Abril de 1974) como no presente que mercê da sua orientação têm vindo a dar origem à miséria, ao subdesenvolvimento e sobretudo à corrupção! É tempo do povo português acabar com tal estado de coisas e daí a necessidade da fundação do MCPC - Movimento Civico Português para a Cooperação que pretende a partir da Cidade Invicta mobilizar os Portugueses para um NOVO PROJETO DE VIDA! A implementação da Doutrina da Cidadania Social via Racionalismo Cristão em Portugal, poderá vir a dar origem à criação de um Estado Cooperativo que pela natureza e características poderá ir ao encontro da grave crise que os portugueses defrontam na atual conjuntura nacional e para a formação de um Estado Cooperativo, necessita este de ter três pilares baseados na Solidariedade; na Sobriedade e na Espiritualidade, sendo estas as condições maiores para que Portugal se possa libertar do jugo de diferentes potências que têm vindo a infestar o mundo com a exploração desenfreada, cega e desumana por parte de uma minoria de indivíduos que pensam que estão dominando o mundo! Que se engane essa mesma “minoria” porque os tempos são chegados para que a realidade do espírito, o conhecimento da Verdade que nos vai abrir os olhos do entendimento e orientar-nos para um novo tipo de vivência humana e que irá encaminhar os Portugueses para um novo ciclo evolutivo quer material, quer espiritual em que um pequeno e secular povo situado na região mais ocidental da Europa e tal como o fez no seu passado histórico mais uma vez venha a dar mais um importante contributo a favor da Humanidade!
 
Extraído do livro - "Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império - Chiado Editora - 2013 - Jacinto Alves

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