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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 23 de maio de 2015

Governo angolano quer potenciar «esforço conjunto» com novo regulamento para ONG

Governo angolano quer potenciar «esforço conjunto» com novo regulamento para ONG      

O Governo angolano justifica o novo regulamento sobre o funcionamento das 344 Organizações Não Governamentais (ONG) que já operam no país com a necessidade de potenciar o «esforço conjunto» no desenvolvimento do país.
Em causa está um regulamento com regras mais apertadas, noticiado pela Lusa em abril último, que segundo o executivo vai prevenir o branqueamento de capitais e o financiamento ao terrorismo, mas que alguns ativistas dizem tratar-se de uma intervenção governamental nestas organizações.
As novas regras estão regulamentadas no decreto presidencial de 23 de março, ao qual a Lusa teve acesso, sendo justificadas no documento com o objetivo de «ajustar o quadro jurídico» das ONG nacionais e internacionais «ao atual panorama de desenvolvimento económico, social e jurídico-constitucional» do país.
Diário Digital / Lusa

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