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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 21 de abril de 2015

PR moçambicano pede intervenção imediata do Governo sul-africano contra xenofobia

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, apelou hoje ao Governo sul-africano para desencadear uma ação presencial e imediata contra a violência xenófoba, considerando os ataques "horríveis e chocantes".


"Apelamos ao Governo da África do Sul para desencadear uma intervenção presencial e imediata e apelamos aos nossos compatriotas para não retaliarem", afirmou Filipe Nyusi, falando na tomada de posse dos vice-reitores da Universidade Pedagógica e da Universidade do Zambeze.

Nyusi qualificou os ataques aos estrangeiros como "horríveis e chocantes", que demonstram total desprezo pela vida, enfatizando que o país está determinado a prestar a assistência necessária aos moçambicanos vítimas da violência na África do Sul.

Três moçambicanos morreram vítimas de xenofobia na África do Sul, desde que os ataques contra estrangeiros eclodiram no país, há mais de duas semanas, levando igualmente à fuga de cerca de 600 moçambicanos para centros de refugiados, dos quais 107 já regressaram a Moçambique, devendo mais 400 regressar na terça-feira.

O Governo moçambicano tem reiterado apelos à não-retaliação contra cidadãos sul-africanos residentes em Moçambique, face à tensão provocada pela recusa dos trabalhadores moçambicanos em permitir a presença dos seus colegas sul-africanos em empresas onde estão presentes em Moçambique, em repúdio contra a violência xenófoba.

Fonte: SAPO Timor-Leste

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