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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 7 de março de 2015

Igreja católica considera que unidade em Moçambique está ameaçada e pede diálogo

Igreja católica considera que unidade em Moçambique está ameaçada e pede diálogo


A Conferência Episcopal de Moçambique (CEM) defendeu hoje que a unidade no país está ameaçada, considerando ser urgente um diálogo sério, contínuo e abrangente, que respeite a diversidade dos moçambicanos.

«A unidade nacional é um princípio plasmado na Constituição da República e atualmente, assistimos a várias situações que ferem este valor. O Governo tem a missão de salvaguardar esse princípio, a unidade nacional não pode ser um monopólio exclusivo de alguns grupos, mas deve estender-se a todos moçambicanos», disse o bispo auxiliar de Maputo e porta-voz da CEM, João Carlos Nunes, em declarações à Lusa.
De acordo com o dirigente religioso, o país precisa de um modelo de governação inclusiva, respeitando a diversidade de ideias e integrando os vários atores políticos moçambicanas excluídos.
Diário Digital / Lusa

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