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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

São Tomé lança campanha de atribuição de nacionalidade a residentes da CPLP

São Tomé lança campanha de atribuição de nacionalidade a residentes da CPLP


O governo são-tomense lançou hoje simbolicamente uma campanha de atribuição da nacionalidade a cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), residentes no país à data da independência, a 12 de julho de 1975.

O processo, que deverá abranger milhares de pessoas, decorrerá entre 8 de marco e 8 de agosto e foi hoje apresentado na Direção Geral dos Serviços e Notariado.
Na ocasião, o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Roberto Raposo, classificou a decisão como "um acto de justiça histórica", considerando que "repõe a justiça histórica por reconhecer o importante contributo de cidadãos originários" de Angola, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e todos os outros residentes no arquipélago a 12 de julho de 1975.
A iniciativa do governo são-tomense abrange também os descendentes.
O diretor-geral dos Serviços e Notariado, Adelino Pires dos Santos, disse aos jornalistas que já estão criadas as condições para atender todos os pedidos e sem congestionamento.
Embora não haja dados estatísticos relativos ao número de estrangeiros residentes no país à data da independência, aquele responsável considerou que as comunidades mais representadas será a cabo-verdiana.
A atribuição da nacionalidade a cidadãos da CPLP residentes em São Tomé e Príncipe desde a independência foi uma das conclusões do Fórum Nacional, promovido pelo Presidente são-tomense Manuel Pinto da Costa, e realizado em finais de março de 2014.
Diário Digital com Lusa

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