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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

ONU renova missão na Guiné-Bissau por 12 meses

ONU renova missão na Guiné-Bissau por 12 meses


O Conselho de segurança da ONU aprovou hoje, em Nova Iorque, a renovação por 12 meses do mandato do Escritório Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS).

Depois de uma reunião a 05 de fevereiro, em que foi ouvido o representante do secretário-geral da ONU em Bissau, Miguel Trovoada, a Nigéria elaborou uma proposta de resolução que foi alvo de três negociações na semana passada.
Além de prolongar a missão, que termina a 28 de fevereiro, a resolução aprovada segue as recomendações do último relatório do secretário-geral, divulgado a 19 de janeiro.
A missão sai reforçada em três áreas: apoio ao diálogo nacional de reconciliação, prestação de apoio técnico e estratégico às autoridades nacionais e coordenação dos parceiros internacionais.
O texto pede ainda mais apoio internacional para a missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), referindo que a Nigéria, enquanto maior contribuinte, enfrenta dificuldades financeiras para continuar o trabalho.
Durante as negociações da semana passada, surgiram algumas diferenças entre Angola, que ocupa um dos lugares não permanentes no Conselho de Segurança desde o início do ano, e os outros membros.
O representante de Angola argumentou que as referências na resolução ao tráfico de droga eram desproporcionais e não refletiam a posição do relatório do secretário-geral.
O país lusófono pediu ainda que fossem incluídas mais referências sobre as reformas políticas levadas a cabo pelo novo Governo guineense, numa tentativa de aumentar a confiança sobre o rumo do país.
O Conselho de Segurança entendeu também ser o momento de avaliar as sanções impostas à Guiné-Bissau depois do golpe de Estado de 2012.
O organismo pede na sua resolução que o secretário-geral submeta um relatório sobre estas sanções dentro de seis meses.
Na resolução aprovada, compromete-se em rever estas sanções dentro de sete meses, quando estiver na posse do relatório.
Diário Digital com Lusa

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