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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 19 de abril de 2014

"AFINAL PARA ONDE VAMOS?"

No Parque dos Poetas, situado em pleno concelho de Oeiras, distrito de Lisboa e na sua zona mais central daquele famoso Parque situava-se um edifício magnífico, cheio de beleza e projectando uma luz intensa, onde os estilos arquitectónicos de três notáveis arquitectos – Siza Vieira; Souto Moura e Fernando Távora se tinham juntado para criar então uma autêntica jóia da arquitectura portuguesa, o famoso Instituto Superior de Estudos Avançados das Ciências do Homem – e mais conhecido pela sua sigla simplificada “ ISEA”.
Tratando-se de uma verdadeira jóia da arquitectura portuguesa, transfigurava-se num imenso edifício de formato rectangular, de linhas ora onduladas ora rectilíneas projectava-se numa extensão de cerca de 100 metros, dispondo de três andares. Extensos e amplos jardins se estendiam em redor da edificação principal, onde abundavam variadas espécies de árvores, dispondo sempre de largos passeios ladeados por variados tipos  de flores que pareciam beijar os pés de passeantes que por ali iam indo percorrendo de forma tranquila desenvolvendo entre si regra geral temas de elevada expressão espiritual e científica!
Estávamos no ano de 2020, tinham decorrido cerca de 5 anos após os grandes acontecimentos planetários que no ano de 2015, tinham abalado o planeta Terra e a sua humanidade. A grande ameaça cósmica materializada nos asteróides que tinham pairado sobre o planeta fora ultrapassada graças ao engenho humano assistido por Forças Espirituais que decisivamente tinham contribuído para que o planeta não se tivesse desintegrado e perecido por completo toda a vida nele existente. Entretanto, importantes alterações geológicas ocorreram no globo terrestre. A mítica Atlântida tinha-se reerguido dos fundos do Oceano Atlântico que por sua vez deixou de ter a enorme extensão que tivera durante milhares de anos, repartindo-se por vários mares e lagos. Zonas como por exemplo: - o Arquipélago dos Açores viu as sua superfície enormemente alargada e tornando-se numa gigantesca ilha no meio do antigo Atlântico fazendo praticamente uma ligação com a Península Ibérica e entre esta e a nova ilha apenas se  separava um pequeno braço de mar distando uns escassos cinco quilómetros da antiga costa portuguesa, agora já recuperada e alargada ocorrendo uma extraordinária alteração geológica com o abaixamento dos próprios Pirenéus originando a criação de um grande lago dando origem a uma separação da França da Península Ibérica, confirmando-se a afirmação do Nobel Português José Saramago, quando vaticinou no seu famoso romance a transformação da Península Ibérica na célebre  “Jangada de Pedra”.
Noutras regiões do globo terrestre outras alterações geológicas e geográficas do planeta foram igualmente importantes! Toda a costa portuguesa cresceu e ganhando espaço ao antigo oceano e cidades costeiras como Lisboa, Porto; Setúbal; Figueira da Foz e por aí fora foram recuperadas integralmente e regressando a elas todas os seus tradicionais habitantes e muitos outros imigrados de outros territórios localizados em diferentes pontos geográficos do globo atingidos e condenados pelos avanços das águas dos diferentes mares e oceanos!
Enfim o grande cataclismo que ameaçara de forma terrível o planeta Terra tinha sido neutralizado e a Humanidade agora liberta respirava de forma profunda e contendo uma nova ânsia de viver e uma necessidade imensa de alterar a sua própria postura em termos de convivência social, política e económica, assumindo a aceitação e prática por uma nova filosofia espiritualista onde praticamente todas as religiões então existentes vieram a convergir e a sofrer alterações profundas, perdendo definitivamente os seus dogmas e dando origem a nova formar de pensamento onde a espiritualidade e a ciência se aliaram definitivamente. A esse novo pensamento foi materializado por uma nova doutrina, a Doutrina da Cidadania Social que historicamente veio a nascer do Mito do Quinto Império, passando aquela mesma nova doutrina, a ser a Doutrina do Quinto Império, onde a Historiografia Portuguesa, através dos seus diferentes pensadores, filósofos e escritores, destacando-se nomes como o Padre António Vieira; Fernando Pessoa; Agostinho da Silva; Sampaio Bruno; António Quadros; António Telmo; Manuel J. Gandra e Paulo Borges e tantos outros defensores do Mito do Quinto Império, como elemento constante e histórico na cultura e mentalidade do Povo Português!
No que diz respeito especificamente na Historiografia Portuguesa à origem e desenvolvimento do Mito do Quinto Império Português divide-se por aqueles que o defendem e aqueles que o consideram pós 25 de Abril de 1974, como meio e fim esgotados e segundo Oliveira Martins, considera que com as liberdades cívicas, o avanço dos costumes e o progresso técnico realizados pelo Liberalismo deram-no como findo, considerando-o uma relíquia do passado ou ainda uma espécie de chancela cultural, mítica e mitológica do pretérito histórico de Portugal! Igualmente nas perspectivas de Lúcio de Oliveira e António Sérgio que com as ocorrências do republicanismo; o positivismo e o racionalismo, esgotaram e mataram o Mito do Quinto Império e com ele, naturalmente, o Sebastianismo! O nosso ilustre escritor e historiador Miguel Real, no livro de sua autoria – Nova Teoria Sobre o Sebastianismo – Edição – 1ª. Edição – D. Quixote, faz uma extensa análise na base da Historiografia Portuguesa sobre o Mito do Sebastianismo/Quinto Império em que duas correntes de opinião se dividiram entre os investigadores e historiadores portugueses. Diremos que ambas as partes têm a sua razão, sendo perfeitamente válidas as respectivas teses que defendem, contudo, na nossa opinião e na realidade configura-se uma terceira via a qual dá pleno fundamento ao Mito do Sebastianismo, uma vez que historicamente a introdução da Inquisição em Portugal por D. João III; as Invasões Francesas, no início do Século XIX, dizimaram cerca de 10% da população portuguesa e a Ditadura de mais de 40 anos em Portugal durante o Século XX, pesaram profundamente no espírito colectivo do Povo Português. Na Historiografia Portuguesa quanto à verdade sobre a consistência, natureza e razão válida que defendem tal mito, agora transformado em teoria e essa teoria convertida em doutrina – a Doutrina da Cidadania Social versus Doutrina do Quinto Império, cuja apresentação e desenvolvimento é feito no meu segundo livro – “ Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império- Uma Nova Perspectiva Social – 2013 – Chiado Editora.
Jacinto Alves

Obras do autor: "Operação: Quinto Império" - 2010 - Editora Ecopy e "Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império - Uma Nova Perspectica Social" - 2013 - Chiado Editora

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