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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 7 de julho de 2013

Declaração do MIL – Guiné-Bissau sobre a devastação dos seus recursos naturais

Para além de todos as desgraças que têm assolado o povo guineense, conforme o MIL sempre abertamente tem denunciado, assistimos agora à devastação dos seus recursos naturais, em particular da floresta, por várias empresas, nomeadamente chinesas. 
O país, que enfrenta graves problemas de estruturação do Estado, é hoje um exemplo maior das dificuldades de construção de uma estrutura que carece ainda de requisitos fundamentais, em prol do bem comum. A instabilidade da Guiné-Bissau é, sem dúvida, a principal razão da exploração abusiva das riquezas guineenses. Se não é a floresta a ser metida em contentores, é o mar a ser devastado. 
Tudo isto acontece perante a passividade do mundo, que não responde aos protestos, muito menos pressiona os governantes, os ditos governantes que a Comunidade Internacional diz não reconhecer por terem saído de um Golpe de Estado. Enquanto isso, as empresas chinesas devastam a nossa floresta. 
No mundo globalizado, nem tudo tem o mesmo valor. O que significa “pó di sangui” para os guineenses jamais será o mesmo para os chineses. No entanto, os chineses têm a vantagem de conseguir comprar desde as autoridades políticas da Guiné-Bissau, com a construção do Palácio de Governo, até o povo local, com a construção de escolas, campos de futebol e poços de água. É que, como se costuma dizer, “onde há fome, o que vai à mesa é comida”. 
Perante isto, exigimos, uma vez mais, a mobilização da Comunidade Lusófona. Só esta, no plano global, poderá defender a autonomia da Guiné-Bissau, a integridade do seu território e dos seus recursos naturais. Só esta, no plano global, poderá promover a constituição de um real Estado de Direito, que promova, realmente, o bem comum. O martirizado povo guineense exige a toda a Comunidade Lusófona essa mobilização. Esperamos que, uma vez mais, não nos desiludam.  

MIL: Movimento Internacional Lusófono 
MIL – Guiné-Bissau 

15 comentários:

Flávio Gonçalves disse...

Concordo, embora sugira uma melhor revisão ao texto.

Chrys Chrystello disse...

secundo a opinião Flávio G.

Maria Afonso Sancho disse...

A mensagem é linda mas tive dificuldade em entende-la.
A prosa precisa de ser mais escorreita para cumprir a sua missão.
Apesar de ter apreciado as repetições poeticas, etc. :)
Abraço MIL

Nuno Sotto Mayor Ferrao disse...

Concordo com o teor da mensagem, mas afino pelo mesmo diapasão dos outros comentadores. O texto carece de revisão na forma, mas não na substância. A indignação é absolutamente legítima face ao que está descrito.

Um Abraço MIL-ilitante,
Nuno Sotto Mayor Ferrão

Anónimo disse...

Se entendi direito o pedido é legítimo e um problema que é de todos, pois diz respeito não somente a Guiné. Concordo com o teor do texto, mas acho que poderia ser revisado no que diz respeito a forma.
Abraços MIL
Mariene Hildebrando ( Brasil)

Renato Epifânio disse...

Muito bem. Face aos pareceres, reformulámos o teor da Declaração...

Abraço MIL

Paulo Pereira disse...

Concordo!

João Paulo disse...

Concordo.

VITORINO MORGADO -BRASIL disse...

O TEXTO ESTÁ CLARO E NÃO PRECISA DE REPAROS O RECADO É ESCLARECEDOR, SÓ FALTA O TOTAL ENVOLVIMENTO DO POVO DA GUINÉ, NO ENTANTO, A NOSSA PARTE DEVE SER FEITA E , PORTANTO, O MEU APOIO .
SAQUDAÇOES FRATERNAS.

força nacional disse...

Concordo

alexandre banhos

OCTÁVIO DOS SANTOS disse...

Concordo...

... embora, no que se refere à última frase, receie que iremos ser, mais uma vez, desiludidos...

Anónimo disse...

Concordo,
Carlos vieira Reis

Mário Lopes disse...

Concordo, este é um problema também que têm afligido São Tomé, é preciso a comunidade lusófona no seu todo estar a par e saber que poderemos criar sinergias para contrariar e vencer esta causa.

Maria Afonso Sancho disse...

Desta vez o texto serve o objetivo.
Solidarizo-me com o anterior autor pois... ;) eu já desisti de tentar escrever textos formais.
Cada um é para o que nasce ;)
Pela Sustentabilidade, Abundância e Felicidade na querida Guiné Bissau <3
AbraçoMIL

Mário João disse...

O assunto é complexo e insere-se num tema ainda mais complexo que afecta não só a comunidade lusófona como todo o mundo.
Trata-se de cultura, ética e de valores que, de um modo geral, necessitam de mais atenção e dedicação de todos. Trata-se da forma como a sociedade, em geral, está a reagir ao "progresso" tecnológico que permitiu acelerar a globalização sem que haja o correspondente progresso e acompanhamento humanístico.
A globalização da economia carece de uma profunda reflexão e de uma intervenção mais activa por parte do cidadão a par com as diversas estruturas sociais.
A mensagem apela nesse sentido e com toda a razão, mas parecer-me-ia mais profíquo sugerir a divulgação da situação, apelando ao debate e à mobilização de consciências e sinergias diversas em vez de "exigir" a intervenção da comunidade lusófona.
Mário João Russo