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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 5 de maio de 2013

Governo angolano prevê recuperar 1.500 pontes até 2017

O Governo angolano prevê recuperar até 2017 milhar e meio de pontes destruídas durante os mais de 30 anos da guerra civil que assolou Angola, noticiou, esta sexta-feira,a agência Angop.

Citando o director-geral do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), Molares D'Abril, que falava à margem do I Conselho Consultivo Alargado do Ministério da Construção, a agência acrescenta que o plano prevê ainda a substituição de pontes provisórias.
Segundo Molares D'Abril, desde o fim da guerra em Abril de 2002, o INEA montou em todo o país mais de 800 pontes definitivas e metálicas.
Relativamente às pontes metálicas, instaladas provisoriamente "em situações de emergência", o responsável referiu que o projecto para o quinquénio 2013/2017 prevê também que as mesmas sejam substituídas por outras de betão.
O INEA trabalha em cooperação com o Laboratório de Engenharia de Angola, a entidade oficial do controlo de qualidade das obras públicas, no que respeita ao estudo dos materiais para a elaboração dos projectos.
Molares D'Abril realçou que o projecto de pontes está incluído no programa de reparação de estradas da rede fundamental.
Para este ano, o INEA prevê ainda asfaltar 12.000 quilómetros de estradas nacionais, que se enquadram no programa de recuperação de infra-estruturas rodoviárias destruídas durante o conflito armado.
Em 2012, foram asfaltados mais de 4.500 quilómetros de estradas, que agora serão submetidos a trabalhos de tapa buracos, limpeza de drenagem e desmatação, de modos a garantir a sua funcionalidade e durabilidade.
Diário Digital com Lusa

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