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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

FMI: Desempenho económico de Moçambique em 2012 «é extraordinário»

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considerou extraordinário o desempenho económico deste ano, em Moçambique, através da adoção de políticas económicas sólidas que apoiaram o crescimento, baixaram a inflação e reforçaram as reservas internacionais.

Em comunicado divulgado hoje na página oficial, o FMI estimou que o crescimento real do Produto Interno Bruto poderá atingir 7,5 por cento em 2012, resultante do "desempenho robusto do setor de serviços e de um contributo mais significativo do que o esperado do setor do carvão".
Apesar dos riscos da crise financeira mundial serem consideráveis, "o aumento da extração de carvão vai continuar a impelir o crescimento económico de Moçambique, a estabilidade económica do país e o conjunto de políticas prudentes postas em práticas nos últimos anos devem ajudar a economia a responder à desaceleração mundial", referiu a instituição financeira.
Na quinta avaliação à economia de Moçambique, o conselho de administração do FMI concluiu que "o abrandamento gradativo da política monetária em 2012 apoiou a expansão do crédito ao setor privado, preservando também o ambiente de baixa inflação".
"A execução prudente do orçamento de 2012 contribuiu para um conjunto de políticas judiciosas que estimularam a estabilidade económica mesmo em face das incertezas no plano internacional", de acordo com a nota.
Segundo o FMI, "todos os critérios de avaliação para o final de junho de 2012 foram cumpridos, com a exceção da ultrapassagem temporária do limite ao crédito líquido ao governo moçambicano. Os progressos nas reformas estruturais também foram, de modo geral, satisfatórios, apesar de alguns atrasos".
Diário Digital com Lusa

1 comentário:

Gisela disse...

Sabendo que o FMI faz é instrumento da política economica que endivida os paises para lhe roubar a soberania, para que as corporações consigam os recursos naturais e mão de obra quase de graça, não vejo nada com bons olhos essa notícia. Quando algum governante quer fazer algo de bom para o povo essas corporações mandam os seus assassinos economicos para suborna-los ou matá-los se nresistirem. (declarações de John Perkins)