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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Mais uma Ideia MIL a concretizar-se: "Agências de língua portuguesa lançam bases para plataforma noticiosa conjunta"


As agências noticiosas mundiais de língua portuguesa lançaram hoje bases para a criação de uma plataforma de informação conjunta, numa decisão resultante da quinta assembleia-geral da Aliança das Agências de Informação de Língua Portuguesa (ALP).

Do encontro, realizado em Lisboa na sede da agência Lusa, resultou o reforço do objetivo comum das agências em "difundir e tornar amplo o conhecimento da língua portuguesa", comentou Josué Isaías, administrador da Angola Press (Angop), entidade que preside atualmente à ALP.
"O objetivo é difundir e tornar amplo o conhecimento da língua portuguesa", disse o responsável à Lusa, admitindo que falta agora estabelecer critérios editoriais e elementos técnicos para impulsionar a plataforma.
Para o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Nelson Breve, a ideia passa também por "otimizar o trabalho dos jornalistas" das agências, voltando-o para um mercado de 250 milhões de falantes de português.
Já de acordo com Afonso Camões, presidente da Lusa, entidade que organizou o encontro, é uma "velha ambição" da agência "criar uma bolsa de conteúdos noticiosos num espaço que é gigantesco, o da geografia" da língua portuguesa.
"Vamos trocar conteúdos noticiosos, vamos juntá-los", disse, o que significa "enriquecer" as linhas noticiosas das agências.
O "desígnio comum" das oito agências da ALP na criação e partilha de "conteúdos da Lusofonia" foi também enfatizado pelo secretário-geral da Lusa, José António Santos.
O encontro de hoje em Lisboa formalizou também a entrada da Teledifusão de Macau (TDM) como membro observador da ALP, não podendo integrar formalmente o órgão por não ser uma agência.
Para o administrador executivo da TDM, Frederico Rosário, o "reconhecimento" das agências lusófonas representa um "reforço" da ligação entre Macau e "os países e povos da lusofonia", sendo do interesse da empresa integrar a futura bolsa noticiosa, de modo a que as notícias em língua portuguesa possam chegar mais eficazmente ao "continente chinês".
A ALP, criada em Lisboa, em julho de 1996, durante o Fórum da Comunicação realizado nessa altura no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), integra as agências noticiosas RádioBras (Brasil), Inforpress (Cabo Verde), AIM (Moçambique), ANG (Guiné-Bissau), Lusa (Portugal), Angop (Angola) e STPress (São Tomé e Príncipe).

PPF.
Lusa/fim.

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