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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 31 de julho de 2012

Angola: por um "crescimento mais inclusivo"

Angola deve ter crescimento económico global em torno de 7% devido à retoma da produção petrolífera em 2012, indica o Fundo Monetário Internacional, FMI. A instituição publicou um relatório, em Washington, sobre a primeira monitorização ao programa de ajuda ao país. O documento refere-se à vulnerabilidade da economia angolana face ao declínio dos preços do petróleo.
Investimento Público

Gradualmente, os setores energético, de transporte e de construção poderão beneficiar de programas de investimento público, indica a instituição. Entretanto, a seca deve afectar a produção agrícola e aos preços alimentares.
O FMI prevê também um aumento da receita fiscal, como resultado das reformas na administração no setor, mas alerta que o desempenho não poderá compensar totalmente à queda das receitas do petróleo.
Desafios
Entretanto, os desafios colocados pelo FMI às autoridades angolanas incluem a definição de um quadro fiscal global a médio prazo e o aumento de reservas internacionais perante o ambiente de grandes riscos externos.
A avaliação chama igualmente a atenção para a necessidade de se "permitir que haja uma transformação estrutural e diversificação da economia" com vista a promover um crescimento mais inclusivo.

Fonte: Notícias Lusófonas

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