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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Angola vai implementar Acordo Ortográfico

Georges Chicoti, ministro das Relações Exteriores angolano e presidente do Conselho de Ministros da CPLP, revelou que uma equipa técnica de peritos angolanos apresentou já um estudo nesse sentido: "Pela importância que ele representa, os ministros recomendaram que este estudo fosse apreciado na próxima reunião dos ministros da Educação, em Luanda, e em função disso eventualmente serão feitas recomendações que serão tidas em conta no Acordo Ortográfico vigente", disse.

A reunião dos ministros da Educação terá lugar em finais de março, na capital angolana. Porém, ainda não há calendário definido para a implementação do AO no país ocidental africano que, assim como Moçambique, ainda não ratificou o tratado. De recordar que desde 2009 e até o dia 31 de dezembro de 2012, vigoram tanto a grafia nova quanto a antiga.

Segundo o chefe da diplomacia angolana, o referido estudo vai ajudar os países que ainda não ratificaram o Acordo: "Isso vai facilitar àqueles países como Angola e Moçambique, que ainda não ratificaram por causa de alguns problemas internos", afirmou Chicoti, que lembrou que a questão do AO é "relativamente sensível nas nossas comunidades. Os professores, os psicólogos e todas as pessoas que estão na área da didática e do ensino em Angola acharam que era preciso ter isso em consideração", explicou.

Fortalecer o Português no âmbito internacional

Por outro lado, Chicoti deu conta que há já um consenso entre os oito no sentido de envidar cada vez mais esforço político e diplomático para fazer com que o Português seja língua de trabalho nos fóruns internacionais.

"Nas organizações às quais pertencemos já o Português é uma língua de trabalho – seja na Organização dos Estados da África Central, na SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral), na União Africana. Estamos a fazer a mesma batalha nas Nações Unidas, e acho que é uma batalha que vamos vencer a curto prazo", espera Chicoti.

Fonte: DW

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