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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 22 de outubro de 2011

Guiné-Bissau continuará a juntar Portugal e Brasil na ONU

Interesse na estabilidade no país africano é tido como um dos elos da parceria, quando Portugal se prepara para dirigir o Conselho de Segurança e o Brasil deve cessar do mandato no órgão da ONU.

A Guiné-Bissau será tema da parceria Brasil-Portugal após cessação do mandato brasileiro no Conselho de Segurança, disse o embaixador de Portugal José Filipe Moraes Cabral.

O país europeu prepara-se para assumir a presidência rotativa do órgão, em Novembro, após ter sido eleito membro não-permanente para o biénio 2011-12 . No final deste ano, o Brasil deixa o Conselho de Segurança.

Instabilidade Política

Nos últimos anos, a Guiné-Bissau foi marcada pela instabilidade política, que culminou com o assassinato do então presidente João Bernardo Vieira em 2009. O Brasil preside a estratégia da ONU para a consolidação da paz no país de expressão portuguesa da África Ocidental.

O diplomata português disse à Radio ONU, em Nova Iorque, que temas como a Guiné-Bissau e Timor-Leste devem justificar a articulação entre os dois países.

Articulação

“Temos mantido com o Brasil, como é natural, uma estreita articulação com o no tratamento de diversas matérias.Questões como a Guiné-Bissau e Timor-Leste são, obviamente, questões às quais (interessam) o Brasil e Portugal no Conselho e segurança e fora dele. Mantemos em estas áreas uma coordenação. Não nos esqueçamos que o Brasil mantém a presidência da Configuração da PBC sobre a Guiné-Bissau. Temos mantido em todas estas áreas um contacto estreito e uma coordenação com o Brasil e continuaremos a mantê-la independentemente do facto de o Brasil já não estar, no ano que vem, no Conselho de Segurança”, explicou.

Durante a presidência portuguesa do Conselho de Segurança, Timor-Leste deve ser levado à debate para a discussão do formato da presença internacional que deve substituir a missão da ONU no país, Unmit, que no fim deste ano cessa o respectivo mandato.

Para José Filipe Moraes Cabral, o primeiro ano de Portugal no órgão foi de acção, participação e contribuição para estabelecer pontes e formar consensos.

Fonte: Notícias Lusófonas

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