*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Declaração MIL sobre as Privatizações de Empresas Públicas Portuguesas

Tendo o Estado Português assumido um compromisso internacional no sentido de privatizar muitas das nossas Empresas Públicas, inclusive aquelas de maior importância estratégica, o MIL vem apelar a que o capital dessas empresas seja, tanto quanto for possível, detido por outras entidades lusófonas, nomeadamente através do estabelecimento de parcerias.

É o caso exemplar da TAP: Transportadora Aérea Portuguesa. Não basta garantir os voos para as regiões autónomas dos Açores e da Madeira. É preciso também preservar, tanto quanto possível, as estratégicas ligações com os restantes países e regiões do espaço lusófono, que só a TAP tem garantido, apesar de algumas delas não serem ainda rentáveis.

Recordamos, a este respeito, que, ainda antes do agudizar da crise, já o MIL havia proposto a constituição de uma Companhia Aérea à escala lusófona, instrumento fundamental para o fomento da circulação de pessoas e bens no espaço da lusofonia, dada a sua descontinuidade geográfica.

Que esta crise se torne, em suma, uma oportunidade para o reforço dos laços com os restantes países e regiões do espaço lusófono. Só assim, a nosso ver, se criarão as condições para que Portugal supere esta crise estrutural em que vive, uma das mais graves da nossa história.

MIL: Movimento Internacional Lusófono

www.movimentolusofono.org


13 comentários:

cvr disse...

Totalmente de acordo.
Abraços MIL
Carlos Vieira Reis

Evy Eden Martins Prola disse...

Na crise, a oportunidade do reforço dos laços lusófonos!

força nacional disse...

Por suposto que estou a prol dessa proposta. nao só isso, esse assunto desenvolvi-o neste artigo e noutro nele referenciado

EIS:
http://www.pglingua.org/opiniom/index.php?option=com_content&view=article&catid=3&id=3504&Itemid=81


alexandre banhos

Miguel Ferreira disse...

Uma proposta extremamente importante para o reforço dos laços entre os Países Lusófonos!

Carlos disse...

Tendo em conta os considerandos efectuados, concordo com a declaração.
Abraço MIL

joaquim paulo silva disse...

Em Profundo acordo. UMa oportunidade da Lusofonia!

Joaquim Paulo

Nuno Sotto Mayor Ferrao disse...

Subscrevo esta ideia das empresas públicas a privatizar ( as empresas, a meu ver, que não coloquem em causa os bens e serviços públicos estratégicos) deverem ficar nas mãos de entidades lusófonas, porque, de contrário, ficaremos cada vez mais dependentes de terceiros (alguns estrangeiros) que são movidos apenas por razões de puro lucro.

O gesto que o Presidente Timorense, Ramos Horta, teve perante o primeiro-ministro português foi bem demonstrativo de que o espírito lusófono deve ser prevalecente nas nossas relações externas. São pessoas que querem o nosso Bem Colectivo e que não se vão embora quando uma oportunidade melhor surge noutras paragens, porque se reconhecem no mesmo Património Lusófono de afectos e traços culturais comuns.

Saudações cordiais, Nuno Sotto Mayor Ferrão
www.cronicasdoprofessorferrao.blogs.sapo.pt

Armando Carlos Alves disse...

Apoiado!

A crise actual constitui uma larga oportunidade para estabelecer bases económicas e financeiras para suporte da Lusofonia.
Abraço MIL
s

julio disse...

De acordo.
Quem sabe um dia não teremos, por exemplo, um governo lusofono sem ideologias...

VITORINO MORGADO disse...

SABEMOS PERFEITAMENTE QUE TODA A INICIATIVA PRIVADA ACIMA DE TUDO VISA O LUCRO E SEM ELE NÃO PODERÃO SUBSISTIR.

NO ENTANTO NO CASO EM TELA É NECESSÁRIO QUE TODOS OS PAÍSES LUSÓFONO, SE HARMONIZEM E SE INTEGREM NO SENTIDO DO BEM COMUM OU SEJA A INTEGRAÇÃO ENTRE ESSES POVOS, O QUE INCUI, SEM DÚVIDA A FACILIDADE DOS MEIOS DE TRANSPORTE.

VITORINO MORGADO - BRASIL

Selenyum disse...

Concordo, não se supera uma crise alienando património.

cantabro disse...

É uma ideia genial. Uma companhia aérea lusófona (Transportes Aéreos Lusofonos = TAL) poderia competir as maiores da Europa e ser altamente rentável prestando serviços a mais de 300 milhões de lusofalantes.
Mas expressar ideias não basta, é necessário pô-las em pratica e o momento é mais que oportuno. Para um universo de 6 países, Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, S.Tomé, Guiné-Bissau, Timor Leste, mais alguns territórios que poderiam participar como Goa e Macau, comprar a TAP seria o equivalente a uma ida ao Supermercado comprar víveres para um jantar de festa.
Antonio Lobato

LICÍNIO GUIMARÃES disse...

A LUSOFONIA É A NOSSA HERANÇA, O NOSSO SANTO GRAAL. DEVEMOS DEFENDÊ-LO COM TODO O NOSSO EMPENHO E DEDICAÇÃO.
NOD ANOS 40/50 CHEGOU A SONHAR-SE A CRIAÇÃO DA COMUNIDADE LUSO/AFRO/BRASILEIRA/ASIÁTICA, IDEIA ESSA QUE FOI ABANDONADA NA ALTURA DA REVIRAVOLTA POLÍTICA NO BRASIL, CONTRÁRIA AO QUE QUE SE DEFENDIA EM PORTUGAL.
AGORA QUE, NESSE ASPECTO, AS ÁGUAS JÁ ACALMARAM MAIS UM BOCADO, NÃO ACHAM QUE SERIA A ALTURA DE RETOMAR ESSA IDEIA, PARA NOS APOIARMOS, COMO IRMÃOS DE SANGUE E DE LÍNGUA, ECONÓMICA E CULTURALMENTE,PARA AFASTARMOS,COM BREVIDADE AS PRESSÕES AMERICANAS, ASIÁTICAS E ATÉ EUROPEIAS QUE SOBRE TODOS NÓS SE TÊM VINDO A EXERCER, MAS APENAS NOS SEUS INTERESSES E NÃO DOS NOSSOS.
PENSEMOS NISTO SE QUEREMOS SOBREVIVER COMO NAÇÕES LUSÓFONAS DE FORMA INDEPENDENTE E EFICAZ.