MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia
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Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silvaterça-feira, 25 de junho de 2019
Celebrar Israel em Portugal
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Sobre «festivais», no Público
quarta-feira, 17 de março de 2010
Intelectuais e Promiscuidade
Los árabes disfrutan de una ventaja significativa en las simpatias de la izquierda. Raymond Aron calculó que la intelectualidad francesa estaba "marxificada en un 80 por 100". La intelectualidad francesa ha conservado un prestigio inmenso, inmenso e inexplicable, pues hay no pocos intelectuales en Estados Unidos que hoy diran sin temor a equivocarse que Paris se encuentra culturalmente al mismo nivel de Buenos Aires. No obstante, el prestigio adquirido con los siglos no se dilapida en unas cuantas décadas, y la actitud francesa aún tiene gran predicamento en muchas partes del mundo. En Francia, en Alemania, en Inglaterra y en Estados Unidos, los intelectuales de izquierda, cuando hablan de Israel, siguen empleando las categorías del marxismo-leninismo: capital financiero, colonialimo e imperialismo. Los nacionalistas árabes sólo tienen que invocar los eslóganes anti-capitalistas y antiimperialistas para conseguir el apoyo de Ocidente. Existe, además, una tradición considerable de antisemitismo izquierdista en Francia y en Alemania. La historia del antisemitismo socialista, por desgracia, es tan larga como sucia, aunque dudo mucho que ese antisemitismo ya arcaico, de izquierda, haya sobrevivido entre los intelectuales europeos. No son manifestamente antisemitas. Les basta con saber que Israel sobrevive gracias a las subvenciones estadounidenses, que sirve a los objectivos imperialistas en Oriente Medio.
Saul Bellow, Jerusalén - Ida y Vuelta, Ediciones Península/Altair Viajes, Barcelona, Junho de 2004 , tradução de Miguel Martínez-Lage
Foto: Saul Bellw fotografado por Neal Boenzi, New York Times, 1975
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
26 de Janeiro...
Da memória… José Lança-Coelho26 de Janeiro de 1949 : as primeiras eleições em Israel
No dia 26 de Janeiro de 1949 realizaram-se em Israel, as primeiras eleições para a Assembleia Constituinte.
Depois de 70% dos votos contados, deu as seguintes percentagens:
Mapai (Partido de Ben Gurion) – 35%
Mapam (Partido Trabalhista Unificado da Esquerda) – 14%
Bloco Religioso Unificado – 14,1%
Ala Direita do Heruth – 9,2%
Partido Democrata Progressista – 4,6%
Partido Comunista – 2,6%
Esclareça-se que o Partido Mapai, a que pertencem Bem Gurion, chefe do Governo Provisório, e Moshe Shertock, ministro dos Estrangeiros se caracteriza por um trabalhismo construtivo.
Relativamente ao Partido Mapam, politicamente mais para a esquerda, é formado por intelectuais e por pioneiros que criaram as famosas colónias israelitas da Palestina.
Os grandes vencidos destas eleições são os partidos extremistas, já que o Partido Comunista, por exemplo, não terá mais do que quatro ou cinco representantes entre os 120 parlamentares, e Friedman Yellini, que se encontra actualmente na prisão à espera de comparecer perante o tribunal, como chefe do Stern, será provavelmente o representante deste grupo no Parlamento.
Estes resultados apenas indicavam as percentagens, uma vez que, por razões de segurança, o Governo israelita não queria, indicando o número de votantes, revelar a importância das Forças Armadas.
Entretanto, um informador do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália, informou que este país reconheceu «de facto» o novo Estado de Israel, passando assim para 24 os países que o fizeram.
O reconhecimento de Israel por os citados 24 países fez-se do seguinte modo: oito reconheceram-no de «facto», quatro «de jure» e os restantes de forma indefinida.
***
DIÁRIO DO ESCRITOR
26 de Janeiro de 1949 – Está provado que não nasci para falar a doutores. Um dos meus professores viu direito quando, no meu exame de admissão ao estágio, lamentou que a minha linguagem nem sempre fosse a mais conveniente. O princípio do mal está em mim, que sou saloio por dentro; saloio, não: cabreiro. E depois deu asas a isto o facto de eu me ter feito homem entre camponeses e pescadores e ter tido sempre o cuidado de falar como eles, para estarmos todos à vontade. Ao par do que aí fica, acontece que venho de lavradores, jardineiros e comerciantes; tudo gente de cepa honrada mas agreste. O que não quer dizer que a cepa seja de não dar flor: tenho um primo que guarda ovelhas e as beija e as trata como a suas irmãs; um São Francisco em bruto. (…)
Sebastião da Gama, Diário, Lisboa, s/d, pp. 43-44.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Para males maiores, drásticos remédios..
De acordo com a autoridade israelita dos aeroportos, o sistema biométrico está a ser testado no aeroporto de Ben Gurion, próximo de Telavive.
Com o novo método, em vez de terem de esperar em longas filas para serem inspeccionados pelos agentes, os viajantes vão apresentar cartões com a sua fotografia, impressões digitais e detalhes pessoais.
