MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Colecção Nova Águia: https://www.zefiro.pt/category/zefiro-nova-aguia
Outras obras promovidas pelo MIL: https://millivros.webnode.com/
"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silvadomingo, 28 de fevereiro de 2016
Aciprestes com «arestas»
sábado, 10 de março de 2012
Final de mais uma PASC e intervalo com o Violoncelo de Joana Correia, com a peça «Três Inflorescências» de Fernando Lopes-Graça
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa
Fotos: Final de mais uma PASC e intervalo com o Violoncelo de Joana Correia, com a peça «Três Inflorescências» de Fernando Lopes-Graça, apresentada por Edward Luiz Ayres de Abreu , Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Ferreira Patrício a comunicar o seu texto publicado no nº 9 da revista Nova Águia
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa
Fotos: Ferreira Patrício (Sócio Honorário do MIL) a comunicar o seu texto publicado no nº 9 da revista Nova Águia, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Discurso de Vitório Rosário Cardoso em nome de Macau e da comunidade macaense
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa
Fotos: Discurso de Vitório Rosário Cardoso (membro do Conselho Consultivo do MIL) em nome de Macau e da comunidade macaense, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
domingo, 4 de março de 2012
Discurso de Carlos Vargas em nome de São Tomé e Príncipe e da comunidade são-tomense
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa
Fotos: Discurso de Carlos Vargas (Presidente do Conselho Fiscal do MIL) em nome de São Tomé e Príncipe e da comunidade são-tomense, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
sábado, 3 de março de 2012
Discurso de Delmar Gonçalves em nome de Moçambique e da comunidade moçambicana
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa



Fotos: Discurso de Delmar Gonçalves (Secretário do Conselho Fiscal do MIL) em nome de Moçambique e da comunidade moçambicana, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Discurso de Alberto Araújo em nome da AADB e da comunidade timorense
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa



Fotos: Discurso de Alberto Araújo (membro do Conselho Consultivo do MIL) em nome da AADB (Associação Apoio à Diocese de Baucau) e da comunidade timorense, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Abertura da sessão, por Maria Perpétua (Coordenadora da PASC) e Renato Epifânio (Presidente do MIL)
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa



Fotos: Abertura da sessão, por Maria Perpétua (Coordenadora da PASC: Plataforma Activa da Sociedade Civil) e Renato Epifânio (Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono), Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Gentil Martins discursa em nome da Cavitop
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa



Fotos: Gentil Martins discursa em nome da Cavitop (Centro de Apoio às Vítimas de Tortura — Portugal), Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Maria Dovigo discursa em nome da AGLP e da comunidade galega
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa



Fotos: Maria Dovigo discursa em nome da AGLP (Academia Galega da Língua Portuguesa) e da comunidade galega, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Amândio Silva discursa em nome do Brasil e da comunidade brasileira
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa




Fotos: Amândio Silva (Presidente da Associação Mares Navegados) discursa em nome do Brasil e da comunidade brasileira, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Mendo Castro Henriques discursa em nome do IDP
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa

Foto: Mendo Castro Henriques discursa em nome do IDP (Instituto da Democracia Portuguesa), Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
Braima Cassamá discursa em nome da Guiné-Bissau e da comunidade guineense
Intervenções
X Encontro Público, 24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa


Foto: Braima Cassamá (membro do Conselho Consultivo do MIL) discursa em nome da Guiné-Bissau e da comunidade guineense, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
Renato Epifânio, Presidente do MIL, durante o discurso justificativo da atribuição da distinção Personalidade Lusófona 2012
Renato Epifânio, Presidente do MIL, no discurso justificativo da distinção
24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa



Fotos: Renato Epifânio, Presidente do MIL, durante o discurso justificativo da atribuição da distinção Personalidade Lusófona 2012, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
Fernando Nobre, Presidente Honorário do Movimento Internacional Lusófono, durante o seu discurso

Professor Adriano Moreira agradecendo a distinção que lhe foi conferida, de Personalidade Lusófona 2012
24.02.2012, Sociedade de Geografia de Lisboa

Foto: Professor Adriano Moreira agradecendo a distinção que lhe foi conferida, de Personalidade Lusófona 2012, Sociedade de Geografia de Lisboa, ©Jesus Carlos/MIL, 24 de Fevereiro de 2012.
sábado, 31 de dezembro de 2011
Santa Joana Princesa
No salão sem vista para o largo das marés
Onde Portugal, Não-País
Corre. Por isso, os santos da nossa história
São manchas de gnose na memória.
Joana Princesa senta-se, e a sua beleza
Derramada no altar chama os sopros quentes
Do Luar.
O mundo passa sem escorrer
Joana não o vê
Na sua pele lugar que o faz ser.
No mar sem coroas a voz
De almas soltas, levavam-lhe a riqueza
Uma flor alta por cada corsário
Na barca da morte, ébrio, o seu emissário.
André Consciência
terça-feira, 5 de outubro de 2010
O Filme do Mundo, 52
Angry Sea, Sérgio Leitão, Praia da Amoreira, Aljezur, Algarve, 2009
«Timid men prefer the calm of despotism to the tempestuous sea of liberty.»
Thomas Jefferson
domingo, 26 de setembro de 2010
PORTUGAL
O equilíbrio das quatro é o grande desafio de filosofia política que se coloca ao Portugal contemporâneo. Hipostasiar uma só é trair a Alma Portuguesa.
Hipostasiar a vertente europeia coloca-nos numa fileira política que vai do neo-liberalismo ao racismo brancóide mais alarve e anacrónico.
Hipostasiar a vertente ibérica fecha-nos num destino pequeno, a que escapámos há 500 anos encontrando no mar e no longe uma pátria maior, em que se realizou o sentido civilizacional de Portugal, enquanto pátria de pátrias.
Hipostasiar a vertente mediterrânica encerra-nos no império velho (Grécia, Roma, Islão), de que Portugal foi o quarto e finalizador movimento, superando as Colunas de Hércules e demandando as Ilhas Afortunadas pelo Mar Oceano, transmutando o Império do Mundo em Império do Espírito.
Hipostasiar a vertente atlântica abandona-nos à fraqueza pretérita de ter havido um Império, a viver numa saudade inútil que nunca realizará o Portugal por vir.
Previamente publicado no blogue Crónicas da Peste.
Imagem: (Da série) O pequeno Mundo, Jorge Molder, 2001.