Olá Renato muito bem. O ridículo supera cada vez mais o razoável. É do senso comum que os animais não são pessoas e que as pessoas devem respeitar os animais, sem as pessoas se transformarem em animais e os animais devirem pessoas. Recorrendo á sabedoria popular, a mais sábia para estas questões, "cada macaco no seu galho". quanto aos géneros, basta ouvir as crianças de muita tenra idade para perceber a naturalidade da mesma. há pouco tempo uma criança de 3/4 anos referiu-se assim "este é o meu padrinho e aquela a minha padrinha (sabendo todos que esta não é a designação oficial) e há poucos dias outra de idade parecida, depois de identificar a avó como Gena, sem saber o nome do avõ, designou-o automaticamente de Geno. Bom, bom, era que as pessoas já crescidas e infelizmente com poder de legislar, vissem o óbvio e se deixassem de palermices. mas se calhar não alcançam mais que estes míseros considerandos que nada têm que ver com a realidade, o bom senso e até a ciência, mas pelo menos o conhecimento. Antes de opinar vão aprender com os analfabetos e as crianças, como aconselhava Agostinho da Silva.
Olá Renato
ResponderEliminarmuito bem.
O ridículo supera cada vez mais o razoável.
É do senso comum que os animais não são pessoas e que as pessoas devem respeitar os animais, sem as pessoas se transformarem em animais e os animais devirem pessoas. Recorrendo á sabedoria popular, a mais sábia para estas questões, "cada macaco no seu galho".
quanto aos géneros, basta ouvir as crianças de muita tenra idade para perceber a naturalidade da mesma. há pouco tempo uma criança de 3/4 anos referiu-se assim "este é o meu padrinho e aquela a minha padrinha (sabendo todos que esta não é a designação oficial) e há poucos dias outra de idade parecida, depois de identificar a avó como Gena, sem saber o nome do avõ, designou-o automaticamente de Geno.
Bom, bom, era que as pessoas já crescidas e infelizmente com poder de legislar, vissem o óbvio e se deixassem de palermices. mas se calhar não alcançam mais que estes míseros considerandos que nada têm que ver com a realidade, o bom senso e até a ciência, mas pelo menos o conhecimento.
Antes de opinar vão aprender com os analfabetos e as crianças, como aconselhava Agostinho da Silva.
ab
Artur