Concordo inteiramente com o que se diz no texto, particularmente, quanto ao facto de a partidocracia que aí temos estar bem blindada e não vejo como a desmantelar. Por outro lado, continuo a pensar que a democracia participativa, plena, só é viável localmente, isto é ao nível micro-social das pequenas comunidades de vida e de saber ou «Mundos-da-Vida» como lhes chamou EDMUND HUSSERL; mas a nível nacional (ou supranacional)são necessários os partidos. Só que há que renová-los e isso tem de partir de dentro, ou pela acção de deputados independentes verdadeiramente que liderem movimentos de opinião e façam entrar nos Parlamentos novas ideias, não hipotecadas às ideologias estabelecidas.Em todo o caso, parabéns pela sua coragem «voluntarista», no bom sentido, e pela sua tenacidade demonstrada mais uma vez aqui. VIRGÍLIO CARVALHO.
Concordo inteiramente com o que se diz no texto, particularmente, quanto ao facto de a partidocracia que aí temos estar bem blindada e não vejo como a desmantelar. Por outro lado, continuo a pensar que a democracia participativa, plena, só é viável localmente, isto é ao nível micro-social das pequenas comunidades de vida e de saber ou «Mundos-da-Vida» como lhes chamou EDMUND HUSSERL; mas a nível nacional (ou supranacional)são necessários os partidos. Só que há que renová-los e isso tem de partir de dentro, ou pela acção de deputados independentes verdadeiramente que liderem movimentos de opinião e façam entrar nos Parlamentos novas ideias, não hipotecadas às ideologias estabelecidas.Em todo o caso, parabéns pela sua coragem «voluntarista», no bom sentido, e pela sua tenacidade demonstrada mais uma vez aqui.
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