Li com muita atenção a opinião do Renato Epifânio no Público do 5/01/2014 “Voltar as costas à Guiné-Bissau não resolverá a crise”. Como participante duma Organização Não Governamental Italiana (AHEAD Onlus, www.ahead-onlus.org) que trabalha na Guiné-Bissau e que decidiu não voltar as costas ao país, estamos de acordo com a opinião do Prof. Epifânio. Na Guiné agora há muitas organizações que continuam a trabalhar ao lado do povo e ao lado daqueles políticos e funcionários que desejam o bem do país. As diferentes igrejas igualmente continuam na mesma direcção.
Hoje mesmo mais de 10 pessoas, entre médicos, enfermeiros, pessoas de boa vontade partem da Italia para trabalhar um mês como voluntários no domínio da saúde. Todas as associações europeias têm dificuldade em angariar fundos porque a União Europeia e a CPLP recusam ajudar o país depois do golpe. Mas as necessidades da população continuam e pioram.
Voltar as costas não é uma solução e o exemplo de muitas associações que, pelo contrário, têm fortalecido e aumentado o seu compromisso a partir de 2012 deve orientar o parecer da política europeia.
Muito obrigada pela resenha publicada no jornal.
Raffaella Colombatti
Bonita carta vinda de Itália.
ResponderEliminarTodos somos poucos para ajudar as populações que desejam a paz e viver em fraternidade ligadas ao mundo sem fronteiras.
Bem hajam todos os movimentos da sociedade civil que trilham o caminho das oportunidades de ajuda e cooperação.
Abraço MIL
Ajudar fraternalmente o pobre e infeliz POVO guineense é uma meritória e nobre tarefa tarefa, que deve congregar todos os lusófonos e amigos de desse POVO irmão, como é o caso presente.
ResponderEliminarPorém, que ninguém tenha ilusões, enquanto estiver no poder gente sem escrúpulos, arrogante (incapaz de pedir desculpas, mesmo esfarrapadas), apenas interessada em fazer bons negócios de tráfico, etc, etc, e a ONU continuar a fingir que não vê, pouco é possível.
A posição da CPLP é a correta.
Cordial abraço MIL,
Jorge da Paz Rodrigues
Quando os governos falham a ONU devia ser a primeira a intervir no sentido de ajudar as pessoas.
ResponderEliminarAbraço MIL
Ganganeli Pereira
Concordo com tudo o que foi escrito.
ResponderEliminarNão é abandonando a Guiné-Bissau à sua sorte (ou falta dela)que se resolvem os problemas. Têm especial responsabilidade os países lusófonos, além da ONU.
VIRGÍLIO CARVALHO.