Parabéns ao MIL por divulgar a LUSOFONIA, uma parte do TODO e que dá pelo nome de IBEROFONIA, uma comunidade linguística que surgiu, “oficialmente”, em 1214, quando D. Afonso II deu origem a língua portuguesa, separando-a, do galego, visto que, até então era o galaico-português. Entretanto, com o Tratado de Tordesilhas (1494), a nossa rica língua portuguesa, na sua deriva pelo mundo, enriqueceu-se, substancialmente, como se sabe. – Hoje, o português, dá cartas entre todas as outras línguas no mundo, no que diz respeito ao aspecto quantitativo, qualitativo, geopolítico e económico. – Ora, ciente deste poder que o português possui, a Fundação Geolíngua lança uma aliança Iberófona, propondo ao hispânico que se torne bilingue, visto que, quem se expressa em português, já o é, à nascença. – Portanto, VIVA a CPLPE - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola. – Para quem tiver alguma dúvida e, queira saber mais detalhes, é só entrar em contacto com Roberto Moreno – geo@geolíngua.org
Parabens e força ao movimento visite meu blog será um prazer !
ResponderEliminarParabéns ao MIL por divulgar a LUSOFONIA, uma parte do TODO e que dá pelo nome de IBEROFONIA, uma comunidade linguística que surgiu, “oficialmente”, em 1214, quando D. Afonso II deu origem a língua portuguesa, separando-a, do galego, visto que, até então era o galaico-português. Entretanto, com o Tratado de Tordesilhas (1494), a nossa rica língua portuguesa, na sua deriva pelo mundo, enriqueceu-se, substancialmente, como se sabe. – Hoje, o português, dá cartas entre todas as outras línguas no mundo, no que diz respeito ao aspecto quantitativo, qualitativo, geopolítico e económico. – Ora, ciente deste poder que o português possui, a Fundação Geolíngua lança uma aliança Iberófona, propondo ao hispânico que se torne bilingue, visto que, quem se expressa em português, já o é, à nascença. – Portanto, VIVA a CPLPE - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola. – Para quem tiver alguma dúvida e, queira saber mais detalhes, é só entrar em contacto com Roberto Moreno – geo@geolíngua.org
ResponderEliminarTu nunca desistes, Roberto. És como nós!
ResponderEliminarAbraço
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