quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

«Pequenos monstros»

Em artigo publicado hoje no (sítio na Internet do) jornal Público, intitulado «O ocaso das consoantes e a felicidade dos jovens», o jornalista Nuno Pacheco, vencedor em 2018 do Prémio de Jornalismo Cultural atribuído pela SPA e autor do livro «Acordo Ortográfico – Um Beco com Saída», publicado em 2019 pela Gradiva, faz referência a mim e a um artigo que publiquei naquele jornal: «A tal “assimilação” rápida das “novas regras” produz todos os dias pequenos monstros, obrigando-nos a ler coisas como “otogonal”, “inato” (por inapto, que inato é outra coisa!), “impato”, “etoplasma”, “adeto”, “ocipital”, “inteletual”, “ocional”, “eucalito”, “rétil”, “elítico” e até “arimética”. Esta colheita é recente e pode juntar-se à da minha crónica anterior. Mas é curioso que já em 2015, no Público, o jornalista e escritor Octávio dos Santos (num artigo intitulado “Apocalise abruto”) mencionava dezenas de disparates deste calibre, coligidos em documentos oficiais, institucionais ou na imprensa, por especialistas atentos.» Recordo que, em Junho do ano passado, Nuno Pacheco havia referenciado, noutro seu artigo, dois meus. 

Sem comentários:

Enviar um comentário

CARO/A VISITANTE, CONTRIBUA NESTA DEMANDA. ACEITAREMOS TODOS OS COMENTÁRIOS, EXCEPTO
OS QUE EXCEDAM OS LIMITES DA CIVILIDADE.

ABRAÇO MIL.