A 57.ª edição da Feira Agropecuária, Comercial e Industrial de Moçambique (FACIM), a maior do país, foi cancelada devido ao novo coronavírus, disse fonte da Agência para a Promoção de Investimento e Exportações (Apiex).
“Não vai haver Facim este ano: não pode haver aglomerados de pessoas, segundo a lei”, disse Lourenço Sambo, diretor da Apiex.
Do total de 32 países que já tinham confirmado presença para a feira deste ano, 14 cancelaram a sua participação, o que, além das restrições impostas pela pandemia, levou à anulação do evento, acrescentou.
“Vimos que não valia a pena esperar que os restantes também cancelassem”, referiu Sambo.
A principal feira de actividades económicas moçambicana, que decorre anualmente entre agosto e setembro, conta com a participação de cerca de 20 a 30 países e serve de “montra da economia moçambicana e porta de entrada de investimento estrangeiro”.
“O impacto é enorme, há muito negócio e dinheiro perdido”, frisou.
A agência avançou que, para 2021, há três moldes diferentes em estudo, dependendo da evolução da doença no país e no mundo: feira digital, presencial ou a combinação dos dois.
“É provável que a feira perca o número de países e empresas participantes”, assim como visitantes, observou. In “O Século de Joanesburgo” – África do Sul
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