A
partir de hoje, no sítio na Internet do jornal Público, está o meu artigo
«Negócios da China». Um excerto: «É uma
estratégia denominada “Nova Rota da Seda” (também conhecida por “Uma Faixa, uma
Rota”), à qual se deve responder, clara e inequívocamente, “não”. Infelizmente,
em África muitas capitais não tiveram força para resistir à tentação –
incluindo por exemplo, as de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola e
Moçambique, onde companhias chinesas estão envolvidas na construção ou na
remodelação de portos. O mesmo aconteceu na Europa, na qual, e como seria de
esperar, Portugal se destaca pela negativa: a visita de Xi Jinping em Dezembro
de 2018 em Lisboa, onde foi recebido entusiasticamente pelas muito
incompetentes e ingénuas lideranças políticas sediadas nos palácios de Belém e
de São Bento, serviu igualmente para oficializar a entrada (ou deveríamos dizer
antes “captura”?) da “nação valente” no “casulo” pacientemente tecido pelos
tiranos do Extremo Oriente.»
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