segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Também no Jornal Público: Carta Aberta à Administração da RTP: Rádio Televisão Portuguesa...


11 comentários:

  1. Inteiramente de acordo.
    Cordiais saudações Lusófonas,
    Jorge da Paz Rodrigues

    ResponderEliminar
  2. Subscrevo o texto. A fazer alguma alteração, seria no sentido de utilizar palavras mais veementes para descrever o comportamento da Al Jazeera.

    ResponderEliminar
  3. É estranho, de facto, que o primeiro episódio da mencionada série (“Rotas da Escravatura”) tenha sido omitido. Desconhecia.
    Portanto, partindo fundamentalmente deste ponto, estou de acordo com a Carta Aberta na sua pertinente argumentação.
    Saudações e bons trabalhos e dias
    Luís de Barreiros Tavares

    ResponderEliminar
  4. Anónimo19:35:00

    A escravatura como li aliás num estudo feito com bastantes explicações criteriosas, só terá terminado quando se fabricaram máquinas para substituir os braços humanos,
    muitos tipos de escravatura continuam a ser praticados no mundo infelizmente,
    sem falar dos milhares que ainda morrem á fome,

    relativamente à historia :

    http://www.lepoint.fr/actualites-societe/2007-01-17/la-verite-sur-l-esclavage/920/0/10179

    D'après l'historien Olivier Pétré-Grenouilleau, ce sont les musulmans qui, les premiers, recourent à la « malédiction de Cham » pour justifier le sort qu'ils imposent aux Africains. Cette thèse sera reprise au XVIIe siècle par les planteurs espagnols, en même temps que les stéréotypes « racistes » nés dans le monde musulman dès le Moyen Age et qui vont poursuivre les Africains pendant des siècles : hommes robustes, naïfs, paresseux

    cette évolution de la stratégie économique va obliger les Français et les Anglais, les deux plus grandes nations négrières, à s'implanter durablement et à détruire les royaumes avec lesquels ils travaillaient auparavant. La traite n'impliquait pas en effet la prise de contrôle du sol : les rois locaux « louaient » des terrains où les Européens
    installaient des comptoirs de traite.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Alexandre banhos21:32:00

      Está bem, mas sobra a parte de escusar a ação portuguesa na escravatura.
      Há que olhares cousas na sua altura. É uma categoria histórica e não se pode olhar com os olhos do nosso tempo.
      Sem escravatura nou houvesse havido a revolução industrial

      Eliminar
  5. Lamentando que isto aconteça à sombra da democracia tão desejada. Nela cabem todos os homens.
    Não denunciar esta omissão, e colaborar para o desconhecimento da história, que não se apaga. A responsabilidade deve ser assumida pelos autores e pela RTP portuguesa, que não é dona disto tudo.
    Quem deturpa ou omite a história, não contribui para a construção de um mundo melhor para a humanidade, que presentemente pelo mundo global ainda não se livrou da escravidão das mais diversas formas.
    Que os historiadores sejam os primeiros a denunciar a atual escravidão e perseguição dos povos, na grande maioria dos países chamados livres.
    Seria uma boa causa em prol da Humanidade.
    Luisa Timóteo

    ResponderEliminar
  6. Concordo em pleno com a carta, bem como responsabilizar a RTP , que não é dona disto tudo.

    Sem duvida que é um incomodo os historiadores, omitindo ou deturpando a história que não se

    apaga e aconteceu. QUANDO HOJE, NO MUNDO CHAMADO CIVILIZADO A ESCRAVATURA E A PERSEGUIÇÃO DOS POVOS CONTINUA A EXISTIR ATÉ NOS PAISES CHAMADOS LIVRES.

    Podiam sim os historiadores dar o seu contributo legal para o conhecimento da história atual da humanidade, como forma do entendimento para se alcançar a PAZ.

    É urgente acreditar em alguém capaz de unir a humanidade.

    Luisa Timóteo

    ResponderEliminar
  7. A escravatura nunca parou na Europa, ao contrário do que muitos dizem. Por influência dos escandinavos, eslavos e muçulmanos, sempre houve comércio de escravos na Europa.

    Génova e outras cidades de Itália e sul da França se dedicaram a isso de forma intermitente mas sem paragem no tempo até o século XV. Sem dúvida que os grandes dinamizadores desse comércio eram os muçulmanos.

    Os portugueses mais não fizeram que desviar a rota dos escravos africanos. Se eles não fossem vendidos aos portugueses seriam, na maioria, com certeza, vendidos aos muçulmanos.

    ResponderEliminar
  8. Concordo inteiramente com o conteúdo do texto. Nada a acrescentar nem a retirar.
    Abraço.
    Elisio Gala

    ResponderEliminar
  9. Mário Carneiro23:14:00

    Concordo com o conteúdo da Carta Aberta.
    Sugiro apenas que seja acrescentado um último parágrafo no sentido de reforçar o objectivo principal da Carta, ou seja, um parágrafo que reafirme o dever da RTP tomar uma posição pública formal (se ainda não a tomou) e de agir legalmente contra os responsáveis da adulteração.
    Um abraço.

    ResponderEliminar
  10. José Ferreira da Silva11:24:00

    Temos que estar cada vez mais atentos à historia que é fabricada pela UE . As perspetivas historicas são diferentes se vemos as coisas do ponto de vista Português , espanhol, francês , Inglês ou Alemão . A nossa historia de Portugal pode pura e simplesmente desaparecer por decreto de Bruxelas. A ameça de reedição do mapa cor de rosa , agora aplicado à nossa historia é real.

    ResponderEliminar

CARO/A VISITANTE, CONTRIBUA NESTA DEMANDA. ACEITAREMOS TODOS OS COMENTÁRIOS, EXCEPTO
OS QUE EXCEDAM OS LIMITES DA CIVILIDADE.

ABRAÇO MIL.