É estranho, de facto, que o primeiro episódio da mencionada série (“Rotas da Escravatura”) tenha sido omitido. Desconhecia. Portanto, partindo fundamentalmente deste ponto, estou de acordo com a Carta Aberta na sua pertinente argumentação. Saudações e bons trabalhos e dias Luís de Barreiros Tavares
A escravatura como li aliás num estudo feito com bastantes explicações criteriosas, só terá terminado quando se fabricaram máquinas para substituir os braços humanos, muitos tipos de escravatura continuam a ser praticados no mundo infelizmente, sem falar dos milhares que ainda morrem á fome,
D'après l'historien Olivier Pétré-Grenouilleau, ce sont les musulmans qui, les premiers, recourent à la « malédiction de Cham » pour justifier le sort qu'ils imposent aux Africains. Cette thèse sera reprise au XVIIe siècle par les planteurs espagnols, en même temps que les stéréotypes « racistes » nés dans le monde musulman dès le Moyen Age et qui vont poursuivre les Africains pendant des siècles : hommes robustes, naïfs, paresseux
cette évolution de la stratégie économique va obliger les Français et les Anglais, les deux plus grandes nations négrières, à s'implanter durablement et à détruire les royaumes avec lesquels ils travaillaient auparavant. La traite n'impliquait pas en effet la prise de contrôle du sol : les rois locaux « louaient » des terrains où les Européens installaient des comptoirs de traite.
Está bem, mas sobra a parte de escusar a ação portuguesa na escravatura. Há que olhares cousas na sua altura. É uma categoria histórica e não se pode olhar com os olhos do nosso tempo. Sem escravatura nou houvesse havido a revolução industrial
Lamentando que isto aconteça à sombra da democracia tão desejada. Nela cabem todos os homens. Não denunciar esta omissão, e colaborar para o desconhecimento da história, que não se apaga. A responsabilidade deve ser assumida pelos autores e pela RTP portuguesa, que não é dona disto tudo. Quem deturpa ou omite a história, não contribui para a construção de um mundo melhor para a humanidade, que presentemente pelo mundo global ainda não se livrou da escravidão das mais diversas formas. Que os historiadores sejam os primeiros a denunciar a atual escravidão e perseguição dos povos, na grande maioria dos países chamados livres. Seria uma boa causa em prol da Humanidade. Luisa Timóteo
Concordo em pleno com a carta, bem como responsabilizar a RTP , que não é dona disto tudo.
Sem duvida que é um incomodo os historiadores, omitindo ou deturpando a história que não se
apaga e aconteceu. QUANDO HOJE, NO MUNDO CHAMADO CIVILIZADO A ESCRAVATURA E A PERSEGUIÇÃO DOS POVOS CONTINUA A EXISTIR ATÉ NOS PAISES CHAMADOS LIVRES.
Podiam sim os historiadores dar o seu contributo legal para o conhecimento da história atual da humanidade, como forma do entendimento para se alcançar a PAZ.
É urgente acreditar em alguém capaz de unir a humanidade.
A escravatura nunca parou na Europa, ao contrário do que muitos dizem. Por influência dos escandinavos, eslavos e muçulmanos, sempre houve comércio de escravos na Europa.
Génova e outras cidades de Itália e sul da França se dedicaram a isso de forma intermitente mas sem paragem no tempo até o século XV. Sem dúvida que os grandes dinamizadores desse comércio eram os muçulmanos.
Os portugueses mais não fizeram que desviar a rota dos escravos africanos. Se eles não fossem vendidos aos portugueses seriam, na maioria, com certeza, vendidos aos muçulmanos.
Concordo com o conteúdo da Carta Aberta. Sugiro apenas que seja acrescentado um último parágrafo no sentido de reforçar o objectivo principal da Carta, ou seja, um parágrafo que reafirme o dever da RTP tomar uma posição pública formal (se ainda não a tomou) e de agir legalmente contra os responsáveis da adulteração. Um abraço.
Temos que estar cada vez mais atentos à historia que é fabricada pela UE . As perspetivas historicas são diferentes se vemos as coisas do ponto de vista Português , espanhol, francês , Inglês ou Alemão . A nossa historia de Portugal pode pura e simplesmente desaparecer por decreto de Bruxelas. A ameça de reedição do mapa cor de rosa , agora aplicado à nossa historia é real.
Inteiramente de acordo.
ResponderEliminarCordiais saudações Lusófonas,
Jorge da Paz Rodrigues
Subscrevo o texto. A fazer alguma alteração, seria no sentido de utilizar palavras mais veementes para descrever o comportamento da Al Jazeera.
ResponderEliminarÉ estranho, de facto, que o primeiro episódio da mencionada série (“Rotas da Escravatura”) tenha sido omitido. Desconhecia.
ResponderEliminarPortanto, partindo fundamentalmente deste ponto, estou de acordo com a Carta Aberta na sua pertinente argumentação.
Saudações e bons trabalhos e dias
Luís de Barreiros Tavares
A escravatura como li aliás num estudo feito com bastantes explicações criteriosas, só terá terminado quando se fabricaram máquinas para substituir os braços humanos,
ResponderEliminarmuitos tipos de escravatura continuam a ser praticados no mundo infelizmente,
sem falar dos milhares que ainda morrem á fome,
relativamente à historia :
http://www.lepoint.fr/actualites-societe/2007-01-17/la-verite-sur-l-esclavage/920/0/10179
D'après l'historien Olivier Pétré-Grenouilleau, ce sont les musulmans qui, les premiers, recourent à la « malédiction de Cham » pour justifier le sort qu'ils imposent aux Africains. Cette thèse sera reprise au XVIIe siècle par les planteurs espagnols, en même temps que les stéréotypes « racistes » nés dans le monde musulman dès le Moyen Age et qui vont poursuivre les Africains pendant des siècles : hommes robustes, naïfs, paresseux
cette évolution de la stratégie économique va obliger les Français et les Anglais, les deux plus grandes nations négrières, à s'implanter durablement et à détruire les royaumes avec lesquels ils travaillaient auparavant. La traite n'impliquait pas en effet la prise de contrôle du sol : les rois locaux « louaient » des terrains où les Européens
installaient des comptoirs de traite.
Está bem, mas sobra a parte de escusar a ação portuguesa na escravatura.
EliminarHá que olhares cousas na sua altura. É uma categoria histórica e não se pode olhar com os olhos do nosso tempo.
Sem escravatura nou houvesse havido a revolução industrial
Lamentando que isto aconteça à sombra da democracia tão desejada. Nela cabem todos os homens.
ResponderEliminarNão denunciar esta omissão, e colaborar para o desconhecimento da história, que não se apaga. A responsabilidade deve ser assumida pelos autores e pela RTP portuguesa, que não é dona disto tudo.
Quem deturpa ou omite a história, não contribui para a construção de um mundo melhor para a humanidade, que presentemente pelo mundo global ainda não se livrou da escravidão das mais diversas formas.
Que os historiadores sejam os primeiros a denunciar a atual escravidão e perseguição dos povos, na grande maioria dos países chamados livres.
Seria uma boa causa em prol da Humanidade.
Luisa Timóteo
Concordo em pleno com a carta, bem como responsabilizar a RTP , que não é dona disto tudo.
ResponderEliminarSem duvida que é um incomodo os historiadores, omitindo ou deturpando a história que não se
apaga e aconteceu. QUANDO HOJE, NO MUNDO CHAMADO CIVILIZADO A ESCRAVATURA E A PERSEGUIÇÃO DOS POVOS CONTINUA A EXISTIR ATÉ NOS PAISES CHAMADOS LIVRES.
Podiam sim os historiadores dar o seu contributo legal para o conhecimento da história atual da humanidade, como forma do entendimento para se alcançar a PAZ.
É urgente acreditar em alguém capaz de unir a humanidade.
Luisa Timóteo
A escravatura nunca parou na Europa, ao contrário do que muitos dizem. Por influência dos escandinavos, eslavos e muçulmanos, sempre houve comércio de escravos na Europa.
ResponderEliminarGénova e outras cidades de Itália e sul da França se dedicaram a isso de forma intermitente mas sem paragem no tempo até o século XV. Sem dúvida que os grandes dinamizadores desse comércio eram os muçulmanos.
Os portugueses mais não fizeram que desviar a rota dos escravos africanos. Se eles não fossem vendidos aos portugueses seriam, na maioria, com certeza, vendidos aos muçulmanos.
Concordo inteiramente com o conteúdo do texto. Nada a acrescentar nem a retirar.
ResponderEliminarAbraço.
Elisio Gala
Concordo com o conteúdo da Carta Aberta.
ResponderEliminarSugiro apenas que seja acrescentado um último parágrafo no sentido de reforçar o objectivo principal da Carta, ou seja, um parágrafo que reafirme o dever da RTP tomar uma posição pública formal (se ainda não a tomou) e de agir legalmente contra os responsáveis da adulteração.
Um abraço.
Temos que estar cada vez mais atentos à historia que é fabricada pela UE . As perspetivas historicas são diferentes se vemos as coisas do ponto de vista Português , espanhol, francês , Inglês ou Alemão . A nossa historia de Portugal pode pura e simplesmente desaparecer por decreto de Bruxelas. A ameça de reedição do mapa cor de rosa , agora aplicado à nossa historia é real.
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