A defesa dos ativistas angolanos condenados a penas de até oito anos de prisão apresentou um 'habeas corpus' pedindo que aguardem a decisão sobre os recursos, que ainda pode demorar dois anos, em liberdade.
A informação foi confirmada hoje à agência Lusa pelo advogado de defesa David Mendes, adiantando que o processo deu entrada na sexta-feira na 14.ª Secção do Tribunal Provincial de Luanda, que terá agora de o remeter para o Tribunal Supremo, para apreciação.
«Foi interposto um 'habeas corpus' por prisão ilegal. O objetivo é usar a jurisprudência existente, que diz que quando o efeito é suspensivo mantém-se a situação carcerária, particularmente as duas jovens que estavam em liberdade e os 15 que estavam em prisão domiciliária», disse o advogado.
Diário Digital / Lusa
Sem comentários:
Enviar um comentário
CARO/A VISITANTE, CONTRIBUA NESTA DEMANDA. ACEITAREMOS TODOS OS COMENTÁRIOS, EXCEPTO
OS QUE EXCEDAM OS LIMITES DA CIVILIDADE.
ABRAÇO MIL.