«Desobedecer ao “acordês“»,
João Gonçalves; «O
“Acordo Ortográfico” de 1990 não é obrigatório a partir de 13 de Maio de 2015»,
«As
sanções disciplinares aplicam-se ao AO90», «As posições dos partidos
políticos sobre o ”Acordo Ortográfico” de 1990 (1, 2)»
(com Artur Magalhães Mateus) e «Conheça
as posições dos Partidos sobre o AO90» (com Artur Magalhães Mateus), Ivo
Miguel Barroso; «Acordo
Ortográfico», A. J. Ribeiro; «Na hora
incerta…», Cristina Ribeiro; «Com
a ortografia eu não brinco», Luís Menezes Leitão; «Quanto
mais medíocres mais servis»,«Primeiro
assassinam a Restauração, depois o património que não lhes pertence» e «Voto
de vencido ou de vencedor?», Sérgio de Almeida Correia; «O
Estado nacionalizou a minha língua», João Távora; «Ato
irrefletido tornado em contrato de fato», Vitor Cunha; «Obrigatório
o raio que vos parta», Fernando Melro dos Santos; «Obrigatório?»
e «Ainda
o abastardamento da língua portuguesa», Samuel de Paiva Pires; «“A nossa luta não tem prazo de
validade“», «“As passadas dele
ainda estão quentes“», «Pelo
contrário», «Manifesto
Anti-Guilherme»,«Fim» e «Referendar o absurdo?», João Pedro
Graça; «A
partir de hoje este estabelecimento tem um erro de ortografia no nome»,
Cristina Nobre Soares; «“Duas“
palavras sobre o AO», João Afonso Machado; «O
Desacordo Ortográfico», Maria Teixeira Alves; «Um património herdado» e «Não estão à altura», Maria do
Carmo Vieira; «Do vigor do
aborto ortográfico», Miguel Valle de Figueiredo; «Samantha Fox explica o AO90»,
Ricardo Araújo Pereira; «O AO90 ou
se o ridículo matasse», Helena Barbas; «Eu e
a língua», Ana Markl; «Orgulhosamente
sós», Ana Cristina Leonardo; «Os
apátridas da língua que nos governam», José Pacheco Pereira; «O império
ortográfico», Rui Ramos; «Para
que não restem dúvidas», «O
BCE (Banco Central Europeu) mantém o teto à Grécia» e «Um
exemplo da merda do Acordo Ortográfico», Orlando Braga; «(Des)entendimento
ortográfico», Rita Pimenta; «O
capitão Windows e o general Klinger», «Borrachas
e erros por apagar», «Reflexões
de um insensato» e «Não
custa nada, é só pôr um til», Nuno Pacheco; «O
acordo ortográfico e o ataque à identidade da nação portuguesa», João José
Horta Nobre; «Sobre
a língua e o acordo ortográfico», Isabel Soares; «Fatos de manifesto e
relevante interesse para a freguesia», «O manto protector»,
«O projeto e a acção», «A reafectação
dos factores», «Prá,
prá, prá e desorientação ortográfica», «Depois do PS, do PSD e do CDS, eis
o Bloco de Esquerda», «Miguel Relvas e a
ambiguidade», «Efectivamente,equação–“e”=quação»,
«Muito bem,
Bloco de Esquerda», «Uma
lagosta para para me ver», «Crónica
de algumas adopções anunciadas» e «Efectivamente,
excepcionais», Francisco Miguel Valada; «Ortografia
por computador», Luís Miguel Sequeira; «O Acordo
Ortográfico visto de Moçambique», José Pimentel Teixeira; «O Aborto Ortográfico»,
Mafalda Gonçalves Moutinho; «O
segundo acto», Miguel Esteves Cardoso; «Declaração»,
Pedro Barroso; «Qual
Acordo?», Carla Hilário Quevedo; «O
(des)acordo» e «O
eterno desacordo», Maria do Rosário Pedreira; «A
importância da velha ortografia», Hugo Dantas; «Contra
o “Acordo Ortográfico”», Margarida Faro; «O bicho», Afonso Reis Cabral;
«Insegurança ortográfica»,
Acílio Estanqueiro Rocha; «A
sempiterna velha “nova Microsoft”», David Baptista da Silva; «Contra
o acordo ortográfico», Manuel Augusto Araújo; «Oficializado
o desacordo ortográfico», Gabriel Silva; «Acordo? Ortográfico?»
e «Dêmos
ou demos? Porto Editora aconselha a grafia de 1945», António Fernando
Nabais; «9 argumentos contra o AO90»,
Manuela Barros Ferreira; «O
acordo ortográfico e a idosa que apostrofou o astrólogo» e «História
de uma acta», Duarte Afonso; «O
AO90 e a política», Maria José Abranches; «Contra a
Novilíngua», João Seixas; «Prematuros
presidenciáveis, um “rolo eleitoral”?», Madalena Homem Cardoso; «Dois
grupos lexicais parónimos e não homónimos», António Marques; «Acordem os
candidatos!», Rita Ferro; «Guerra
do Acordo Ortográfico já começou a fazer feridos», João Filipe Pereira; «O
AO90 e o afastamento entre as variantes da língua portuguesa», Hélio J. S.
Alves.
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