Mais de 5.000 cartas com pedidos de peregrinos chegam todas as semanas à igreja angolana da «Mamã Muxima», o maior centro mariano da África subsaariana, atualmente liderada por um padre missionário mexicano.
«A carta não é o importante, é o que lá se escreve, o que vai no coração do peregrino. É como se escrevessem diretamente à nossa senhora», contou à Lusa o padre Albino Gonçalves, que integra uma congregação de missionários mexicana e responsável por aquele santuário, a 130 quilómetros de Luanda, desde 2010.
A vila de Muxima - que na língua nacional quimbundu significa «coração» - foi ocupada pelos portugueses em 1589. Dez anos depois construíram uma fortaleza e a igreja de Nossa Senhora da Conceição, também conhecida como «Mamã Muxima».
Diário Digital / Lusa
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