sexta-feira, 10 de abril de 2015

Por um novo partido

Hoje assinala-se o quinto aniversário do lançamento da Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico, que eu apoio e com a qual colaboro quase desde o seu início – aliás, eu sou contra qualquer «(des)acordo ortográfico», ou «aborto pornortográfico», desde que tomei conhecimento pela primeira vez de tal absurdo conceito, isto é, desde talvez 1986. Considerando igualmente tudo o que aconteceu neste âmbito até agora, esta é, pois, a data apropriada para anunciar e para começar uma nova fase deste movimento: a formação de um novo partido político, um projecto no qual eu estou disponível para participar. Os fundamentos desta decisão estão expressos num manifesto escrito por João Pedro Graça e hoje publicado no sítio da ILCAO.  

5 comentários:

  1. Infelizmente, a ILC já não interessa a ninguém. Cristalizou-se, adoptou uma posição arrogante e de sobranceria, alimentou egos de gente pouco sensata e tornou-se uma excrescência. Envergonha qualquer opositor ao AO.

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  2. Desafio quem se apresenta como «ICE» a identificar-se, a abandonar o anonimato, de modo a, se tiver coragem para tanto, participar numa discussão séria e talvez construtiva. Se não o fizer, a única «excrescência» aqui será ele(a) próprio(a).

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  3. E se o fizer também.

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  4. Nada do que disserem altera a inutilidade da ILC. Tanto Octávio quanto João Pedro Graça são as duas faces egotistas e arrogantes de uma iniciativa meritória que morreu precisamente devido a quem a dirige. Afastaram toda a gente, já repararam? Os números foram a gota de água. Tenham a hombridade de aceitar que falharam devido às vossas necessidades de protagonismo. Triste, muito triste.

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  5. Não surpreende que quem persiste em manter o anonimato, e deste lança insinuações e insultos, considere que outros que, pelo contrário, dão a cara pelas suas posições (e que sofrem as consequências disso), são «arrogantes», «egotistas» e têm «necessidades de protagonismo». Um(a) cobarde a acusar-nos de não ter «hombridade»... é para rir. Enfim, nada de novo: são os (maus) hábitos de conformismo e de delação que, infelizmente, ainda são predominantes em Portugal e que explicam como é que algo tão absurdo como o AO90 pôde ser implementado em tão larga escala.

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