segunda-feira, 7 de julho de 2014

Declaração MIL sobre o anunciado restabelecimento dos voos da TAP para a Guiné-Bissau


O MIL saúda efusivamente o anunciado restabelecimento, para breve, dos voos da TAP para a Guiné-Bissau, recordando a Declaração que emitiu, em Dezembro de 2013, logo após esses voos terem sido cancelados:
«Repudiando, com toda a veemência, o incidente que levou a que um avião da TAP: Transportes Aéreos Portugueses tivesse sido obrigado a transportar, de forma ilegal, cerca de setenta cidadãos sírios, o MIL: Movimento Internacional Lusófono não pode aceitar a manutenção da suspensão de voos da TAP para a Guiné-Bissau.
Como o MIL tem reiteradamente defendido, a crise política que a Guiné-Bissau atravessa exige um muito maior envolvimento de toda a Comunidade Lusófona. Voltar as costas à Guiné-Bissau não resolverá a crise, antes a agravará ainda mais.
Nessa medida, o MIL reclama o restabelecimento, tão imediato quanto possível, dos voos da TAP para a Guiné-Bissau, com expressas garantias de segurança dadas pelas autoridades guineenses. Essa ligação aérea é vital não apenas para a preservação da relação entre Portugal e Guiné-Bissau, como, por extensão, da relação entre a Guiné-Bissau e toda a Comunidade Lusófona.
Aproveitamos, a este respeito, a oportunidade para relançar uma das propostas do MIL: agora que se fala de novo na privatização da TAP, é tempo de se criar uma companhia aérea à escala lusófona, que tenha como prioridade a ligação entre as principais cidades de todos os países e regiões de língua portuguesa, sem esquecer as várias diásporas lusófonas.»

MIL: Movimento Internacional Lusófono

4 comentários:

  1. "...agora que se fala de novo na privatização da TAP, é tempo de se criar uma companhia aérea à escala lusófona, que tenha como prioridade a ligação entre as principais cidades de todos os países e regiões de língua portuguesa, sem esquecer as várias diásporas lusófonas."
    Assunto complexo quando os valores estão ao avesso e se vendem companhias de interesse estratégico para Portugal sem que haja qualquer reacção dos seus empregados que estão cada vez mais condicionados por uma situação económico-financeira em "derrapagem controlada", por enquanto... Há que libertar consciências e só conheço um caminho viável que é através duma estabilidade material que permita resgatar energias para projectos que elevem o Ser.

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  2. Luis Agostinho22:20:00

    Boas notícias! E o MIL sempre na linha da frente!

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  3. Anónimo12:46:00

    A TAP DEVERÁ SER UM ELO A LIGAR SEMPRE OS CAMINHOS QUE LIGAM OS PAÍSE DE LINGUA PORTUGUESA.

    ASSIM ESPERO.

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  4. Também concordo que a TAP deve ser mantida no espaço público e, por isso, como essencial às ligações entre todas as comunidades lusófonas. Mas isso passa também pelo comportamento das autoridades guineenses.

    VIRGÍLIO CARVALHO (Dr.).

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