sábado, 21 de junho de 2014

Saudação a um anti-lusófono: António Pinto Ribeiro


6 comentários:

  1. Há outro António Pinto Ribeiro - o que foi ministro da «Cultura», num dos governos do PS liderados por José Sócrates - que também foi, é, contra a Lusofonia, mas de um modo diferente: apoiante e implementador intolerante do «acordo ortográfico», nesse âmbito chegou a ameaçar a Academia das Ciências de Lisboa com a extinção (!) se aquela não colaborasse na proliferação da aberração.

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  2. Extraordinário! Parabéns...

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  3. Eu compreendo que nem todos têm a obrigação de concordar com a alternativa lusófona. Muita gente discorda e chega a zombar da ideia de unir os países pelo idioma. Eu apenas lamento por quem discorda da alternativa lusófona por ser alguém completamente “sem visão” de geopolítica e geoeconomia. Nem o Japão e a China se atrevem a desprezar o potencial econômico dos países de língua portuguesa. Se algum lusófono o faz, ou é muito ingênuo ou é muito preconceituoso ou não entende de política e nem de economia. Mas se referir a alternativa lusófona como “neocolonialismo” é ridículo, é uma demonstração de absoluta falta de conhecimento sobre o que é colonialismo e imperialismo. Nesta nossa época, os EUA são uma potência neocolonialista/imperialista, assim como a China e a Rússia. Talvez até a Alemanha possa ser considerada. Entre os países de língua portuguesa e de língua espanhola, nenhum tem poder mínimo o suficiente para criar um novo império. Nenhum dos países lusófonos pode impor a sua vontade sobre os demais. A CPLP é apenas um grupo de cooperação entre países onde se fala a mesma língua, não tem nada a ver com neocolonialismo e nem imperialismo. Se vier a existir um megabloco onde ninguém vai se impor aos demais, vai ser a CPLP. As nações são livres. soberanas para fazerem o que quiserem.

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  4. Caro Renato
    Pois é como dizes. Já se passaram 40 anos da Revolução, as feridas do colonialismo começam a sarar e o povo português que é um povo universal tem que procurar o perdão dos que ofendeu e com eles, caminhar agora lado a lado, para o futuro que nos espera. E lembrando G. Bernanos "O futuro não se espera como se espera o comboio, o futuro constrói-se". é isso que a lusofonia está a tentar fazer, tal como vêm fazendo os francófonos, os anglófonos, os hispânicos... há muitos mais anos. Com isso, ninguém se choca e todos elogiam. Ao contrário a lusofonia parece ser um "pecado capital" no nosso pequeno país de cidadãos envergonhados da sua história e do valor das suas gentes.
    abraço
    artur manso

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  5. Anónimo01:59:00

    Faço minhas as palavras de Artur Manso.
    Abraço
    Eduardo Aroso

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  6. Falar de Lusofonia como assunto novo, é a confirmação que a história de Portugal esteve fora dos programas escolares, do palco de debates de políticos e académicos, e bem pior da passagem de testemunhos da geração antes e depois de Abril.
    A comunidade LUSO descendente em todos os continentes, são a prova dos afetos que a Lusofonia é secular. Falar de globalização universal, onde a língua de Camões, foi o acesso à interpenetração à cultura e à irmandade. Todos somos poucos para reforçar e abraçar a continuação dos afetos gerados pelos descobrimentos. A história não se pode nem deve apagar na construção do futuro.Portugal abriu portas a outros mundos, levou e recebeu conhecimentos, aprendeu e promoveu culturas e tradições.
    Só outros o fizeram 100 anos depois.
    Manter os afetos e estar presente na CPLP e em todas as regiões e comunidades LUSO do mundo, com a consciência lúcida e a sensibilidade da construção da humanidade, em todas as nações longuínquas, com passado cultural.
    Nem sempre a cooperação internacional, (bem ou mal)tem esta sensibilidade, que mais não é: o dever de amar antes de esclarecer / ou esclarecer se amar. Ajudar a gerir os seus próprios destinos, não bastam "senhores de todos os saberes", mas o respeito pela diversidade de culturas, língua, clãs, costumes e tradições. Nem tão pouco abandonar que espera por direito, ser ajudado. Afirmar que cada nação é livre de escolher o seu próprio destino... verdade! Se as pessoas forem esclarecidas e respeitadas na sua diversidade.
    As organizações estatais,a cooperação internacional, as instituições universitárias, existem para servir as pessoas.
    Trocar este papel é a negação da cidadania.
    Um afetuoso abraço.
    Luisa Timóteo

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