A Guiné Equatorial formalizou o pedido de adesão à Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP) através de duas das suas câmaras de comércio, divulgou hoje em comunicado a instituição lusófona.
De acordo com o comunicado, a adesão foi pedida pelas Câmaras Oficias de Comércio, Agrícola e Florestal de Bioko e Rio Muni, "representadas pelos respetivos presidentes em carta enviada à CE-CPLP".
A aprovação formal da adesão das referidas entidades representativas da Guiné-Equatorial terá lugar na reunião da direção da CE-CPLP, que acontece a 04 de junho, em Lisboa.
"Esta é uma grande notícia e um grande passo na história da nossa Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que vai permitir alcançar maiores objetivos comuns a todos os empresários", referiu Salimo Abdula, presidente da CE-CPLP, citado na nota.
A Guiné Equatorial tornou-se o nono país representado na CE-CPLP, depois de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Segundo o comunicado, as primeiras diligências para a adesão começaram com a celebração de protocolos de parceria com as respetivas entidades a 17 de julho de 2013, durante o 1º Encontro Económico Empresarial Público-Privado da CPLP, em Maputo.
A Guiné Equatorial também realizou o pedido de adesão à CPLP, que poderá ser aprovado em julho, durante a cimeira de chefes de Estado do bloco lusófono, a decorrer em Díli, em Timor-Leste.
A ex-colónia espanhola, um dos grandes produtores de petróleo de África, é liderada desde 1979 pelo Presidente Teodoro Obiang Nguema - que decretou o português como uma das línguas oficiais do país, ao lado do espanhol e francês - sendo alvo de críticas de organizações internacionais por violações dos direitos humanos.
@SAPO Timor-Leste
A aprovação formal da adesão das referidas entidades representativas da Guiné-Equatorial terá lugar na reunião da direção da CE-CPLP, que acontece a 04 de junho, em Lisboa.
"Esta é uma grande notícia e um grande passo na história da nossa Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que vai permitir alcançar maiores objetivos comuns a todos os empresários", referiu Salimo Abdula, presidente da CE-CPLP, citado na nota.
A Guiné Equatorial tornou-se o nono país representado na CE-CPLP, depois de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Segundo o comunicado, as primeiras diligências para a adesão começaram com a celebração de protocolos de parceria com as respetivas entidades a 17 de julho de 2013, durante o 1º Encontro Económico Empresarial Público-Privado da CPLP, em Maputo.
A Guiné Equatorial também realizou o pedido de adesão à CPLP, que poderá ser aprovado em julho, durante a cimeira de chefes de Estado do bloco lusófono, a decorrer em Díli, em Timor-Leste.
A ex-colónia espanhola, um dos grandes produtores de petróleo de África, é liderada desde 1979 pelo Presidente Teodoro Obiang Nguema - que decretou o português como uma das línguas oficiais do país, ao lado do espanhol e francês - sendo alvo de críticas de organizações internacionais por violações dos direitos humanos.
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