Face ao ambiente de tensão que se vive, que já
originou alguns incidentes, bem como, o que é mais lamentável, algumas mortes,
o MIL-Moçambique apela veementemente à pacificação do país. Não ignoramos que
em Moçambique houve uma guerra civil, como noutros países lusófonos, fruto da
ingerência de potências estrangeiras e da forma dolosa como em Portugal se
conduziu o processo de descolonização – conforme, finalmente, está a vir à tona
(nomeadamente no que diz respeito a Angola, com o livro, recém editado, “Segredos da Descolonização de Angola: toda a verdade
sobre o maior tabu da presença portuguesa em África”, da historiadora Alexandra
Marques).
Sabemos
que essa guerra civil deixou feridas ainda não por inteiro saradas. Mas é tempo
de virar a página de vez e de não regressar ao passado. Sem paz, não pode haver
desenvolvimento social, económico e cultural. Todos almejamos que o espaço
lusófono seja um espaço de referência quanto ao desenvolvimento. Para isso, tem
que ser, antes de mais, um espaço de referência quanto à paz. Lutemos por isso
em Moçambique, bem como em todos os países e regiões do espaço lusófono em que
a paz não está ainda garantida. Lutemos pelo nosso futuro, por um futuro digno
para todos.
MIL:
Movimento Internacional Lusófono
MIL-Moçambique
Meus Caros,
ResponderEliminarA maior solidariedade para com nossos Irmãos moçambicanos.
Que o dialogo não se interrompa.
Porque a solidariedade UNE e a cooperação REFORÇA.!
Estamos Juntos.
Abraço para TODOS.
Pedro CS
totalmente de acordo
ResponderEliminarSubscrevo integralmente.
ResponderEliminarConcordo plenamente!
ResponderEliminarJoão.
Caríssimos/as companheiros/as do MIL
ResponderEliminarSubscrevo que a paz é condição essencial à dignidade humana e importa que através do diálogo construtivo se procurem os caminhos de pacificação, na sociedade Moçambicana, sem os quais não é possível o ambiente de respeito pelos Direitos Humanos. Concordo completamente, pois, com a declaração do MIL-Moçambique.
Cordial e freternalmente,
Nuno Sotto Mayor Ferrão
ResponderEliminarDe acordo com a moção a favor da Paz em Moçambique e no mundo,embora o passado não possa ser esquecido, como construção do futuro que desejamos.
Um abraço
Luisa Timóteo - Malaca
O apelo à paz deve ser permanente e estar sempre presente no exercício de cidadania, devido por nós todos, os que participam e integram a comunidade da Língua Portuguesa.
ResponderEliminarAbraço solidário.
Mário Negrão
Precisamos mais de Paz que de "pão para a boca".
ResponderEliminarOu xima. ;)
Pois sem Paz nem o que comemos nos faz bem.
Texto eficiente exprimindo ideias com que concordo.
O exemplo da Lusofonia no nosso planeta precisa de ser Paz, Felicidade e Amor.
Com muita gratidão. Porque Gratidão é sinal de saúde e harmonia.
E já agora ;) Obrigada a quem foi da ideia e escreveu isto.
AbraçoMIL
Subscrevo integramente.
ResponderEliminarSem o esforço por garantirmos condições reais de paz em todos os países e comunidades lusófonas, todos os demais esforços são inúteis. As feridas que deixam as guerras perduram gerações, sobretudo se se ignoram ou se mantém a população na ignorância e na pobreza. É mesmo difícil desmontar o ciclo da violência e as suas lógicas, mas tem de ser feito. Disso sabemos todos um pouco, também nós, galegos.
Tenhamos valor, bondade e saber para resolver os conflitos e sentido da justiça para exigir a quem de direito que cumpra com os seus deveres de governar para o bem comum.
Abraço desde a Galiza aos irmãos de Moçambique
Concordo com o que disse Maria Dovigo, e reforço que sem paz nada prospera e se desenvolve. Não deve ser um desejo apenas do cidadão lusófono, mas de todos. Devemos levar nosso apoio e solidariedade a todos que lutam por seus direitos e por um mundo melhor e mais justo.
ResponderEliminarMariene Hildebrando- Brasil
Dá pena ver o processo da paz regredir.
ResponderEliminarPor favor, moçambicanos, entendam-se de vez. Paz, palavra necessária e linda.
PELA LEITURA DO TEXTO , TRATA-SE DE UMA CONCLAMAÇÃO A PAZ COM A QUAL SEMPRE CONCORDAREI, PORTANTO APOIO.
ResponderEliminarSubscrevo Plenamente.
ResponderEliminarConcorde e aprovo. Sendo a paz necessária e fundamental para o reforço das comunidades lusofonas na construção de um mundo fraterno
ResponderEliminarUm fraterno abraço
Luisa Timóteo - Malaca
Subscrevo na integra acrescentando o seguinte: - Quem não convence com diacursos, campanhas políticas e sobretudo com acções deccomplementaridade à boa governação mesmo estando na oposição e envereda para acções de guerrilha urbana, corre o risco de ser combatido e auto marginaliza-se do esforço comum para a afirmação da democracia em vias de consolidação
ResponderEliminarA ambição destrói o homem, por favor, dispam-se da desumanidade e deem as mãos. Descubram e distribuam a vossa bondade que está por vezes escondida. A paz é um bem essencial com sabor a felicidade. Lutem por JUSTIÇA e PAZ. abraço.
ResponderEliminarA ambição destrói o homem, por favor, dispam-se da desumanidade e deem as mãos. Descubram e distribuam a vossa bondade que está por vezes escondida. A paz é um bem essencial com sabor a felicidade. Lutem por JUSTIÇA e PAZ. abraço
ResponderEliminarOs partidos neste País não servem para nada a não ser para, sugarem o povo através dos seus dirigentes e partidários, a meu ver.
ResponderEliminarSe querem salvar Portugal nomeem para o governo indivíduos independentes a ver se ainda temos salvação. Como português este estado me revolta.